
Ampliou o negócio com a abertura dos Quiosques de Refresco. Tem três: no Largo Camões, na Praça das Flores e no Príncipe Real, em lisboa. Faturaram mais de 700 mil euros em pouco mais de um ano. É uma nova frente?
Foram um grande sucesso. Se lá vendesse cerveja, garanto-lhe que ganharia muito mais dinheiro. É um negócio que tem muitos custos. São 25 colaboradores, e há uma pessoa que faz só refrescos. Não procuramos soluções fáceis, mas concretizar boas ideias. Isso foi uma coisa que aprendi com uma pessoa que foi muito importante na minha vida, o manuel Reis, que teve o Frágil, o Lux e é sócio do restaurante Bica do Sapato.
Diz que não tem carros, nem barcos, e que o dinheiro não é o objetivo... O que faz ao dinheiro?
(risos) Não ganho muito, é preciso que as pessoas saibam isso. A minha vida mudou drasticamente desde que passei a andar com uma máquina calculadora na carteira. Uma das coisas que descobri é que o Estado leva a maior parte. Seria preferível que os governos criassem menos programas de apoio mas que cobrassem menos impostos para se poder reinvestir. Não tiro praticamente dinheiro nenhum da empresa. Tenho um salário e vivo dele. para mim, é importante que a empresa tenha capital para crescer. (...)"
Excerto de uma entrevista de Cândida Santos Silva, com fotografia de Ana Baião. Revista "Única", semanário "Expresso", 21 de Agosto 2010.
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