terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Do Entrudo de outras eras:

Em 1905 os lisboetas trajavam com o rigor do espírito folião da quadra. Fonte: "Lisboa Desaparecida" de Marina Tavares Dias.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Príncipe Encantado

O nosso quiosque rosa já é símbolo de um dos bairros mais carismáticos de Lisboa, tanto de dia como de noite. "La vie en rose" no Príncipe Real também passa pelo nosso copo de refresco. Brindamos a isso!
"Tem concept stores, esplanadas, palacetes comerciais, design português e os restaurantes de que toda a gente fala. À noite, fica louca e arrasa na pista. Este sedutor lisboeta não chega num cavalo branco, mas está empoleirado no topo de uma colina. A equipa da Time Out correu o Príncipe Real de uma ponta à outra para lhe mostrar um bairro cheio de predicados. (...)
O Quiosque de Refresco, assinado por Catarina Portas, tem limonadas, orchatas, groselhas, laranjadas, empadas, sanduíches e pastéis de massa tenra." Time Out Lisboa

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Luzboa

O céu até pode estar encoberto mas há mais luz em Lisboa, três meses dela em exposição no Torreão Poente do Terreiro do Paço. (da Revista de Turismo de Lisboa)

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Jardim dentro e fora

O lugar secreto de Catarina Portas tinha que ser ao ar livre como nós. A declaração é feita à revista Máxima deste mês.
 
"Nasci e vivi perto do Jardim 9 de Abril durante a maior parte da minha vida. Foi aqui que aprendi a andar, que comecei a namorar, é para aqui que venho ler. Foi também neste lugar que aprendi a olhar a cidade, sobre a 24 de Julho, mas também sobre o porto, com o Tejo e toda aquela beleza das cores, que sempre mudam ao longo do dia. Céu e rio, juntos. É um cenário lindíssimo. É uma parte da cidade que considero minha, emocionalmente falando. Adoro o Museu Nacional de Arte Antiga, mesmo aqui ao lado, e conheço-o muito bem. Era para lá que ia estudar. Considero-o um milagre de sossego e paz na cidade. É o meu jardim de dentro. No jardim de fora passo muitas vezes, quase diariamente, nem que seja preciso fazer um desvio.”

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016