quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Luzboa

O céu até pode estar encoberto mas há mais luz em Lisboa, três meses dela em exposição no Torreão Poente do Terreiro do Paço. (da Revista de Turismo de Lisboa)

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Jardim dentro e fora

O lugar secreto de Catarina Portas tinha que ser ao ar livre como nós. A declaração é feita à revista Máxima deste mês.
 
"Nasci e vivi perto do Jardim 9 de Abril durante a maior parte da minha vida. Foi aqui que aprendi a andar, que comecei a namorar, é para aqui que venho ler. Foi também neste lugar que aprendi a olhar a cidade, sobre a 24 de Julho, mas também sobre o porto, com o Tejo e toda aquela beleza das cores, que sempre mudam ao longo do dia. Céu e rio, juntos. É um cenário lindíssimo. É uma parte da cidade que considero minha, emocionalmente falando. Adoro o Museu Nacional de Arte Antiga, mesmo aqui ao lado, e conheço-o muito bem. Era para lá que ia estudar. Considero-o um milagre de sossego e paz na cidade. É o meu jardim de dentro. No jardim de fora passo muitas vezes, quase diariamente, nem que seja preciso fazer um desvio.”

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Simpósio da Memória

Exposição fotográfica, workshops, apresentações, leituras e passeios por Lisboa com um grupo de investigadores e artistas visuais reunidos em Lisboa. Em torno da memória, do lugar e da fotografia. Porque o passado é um bom sítio para se começar a construir o futuro.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Pela sociabilidade

"Elemento fundamental de sociabilidade para uma cultura urbana". O arquitecto Nuno Teotónio Pereira escrevia assim sobre a natureza dos "Cafés, Pastelarias & Snacks" lisboetas em 1996. E a actualidade das suas palavras continua a impressionar.
“O recente alarme, a que a Imprensa felizmente tem dado eco, à volta das obras de adulteração do espaço da Mexicana, notável café-pastelaria dos anos 50 projectado pelos arquitectos Jorge Chaves e Frederico Sant’Ana, tem vindo chamar a atenção para a crescente descaracterização ou mesmo desaparecimento deste tipo de equipamentos tão importante para a vida na cidade. De facto, os cafés de Lisboa têm sido (ou foram até há anos) um elemento fundamental de sociabilidade para uma cultura urbana. (…)
O que está na base da qualidade destes espaços foi o facto de terem sido desenhados por arquitectos que puseram na concretização dos projectos o seu saber e a sua imaginação criadora. São (ou foram) locais onde a dignidade devida ao espaço público ficou devidamente salvaguardada.
Infelizmente não é assim hoje: os arquitectos foram ignorados na encomenda da esmagadora maioria das actuais cafeteiras que por ali proliferam, e de que uma confrangedora vulgaridade é o traço comum. Excepções a esta mediocridade são, por exemplo, o Alcântara Café e a Real Fábrica (das Sedas), esta ali à beira do Rato, da autoria de Reina Costa e Aço Lagartinho. É por isso que temos que defender a integridade dos cafés e snacks que ainda restam - como é o caso da Mexicana. Mas mais do que isso: bem podia o Município inventar legislação que impedisse os que até agora se salvaram da má sorte que teve a maior parte dos que foram lembrados nesta resenha. Tal poderia ser feito estabelecendo uma classificação de protecção para os mais notáveis destes exemplares, que do ponto de vista sócio-cultural são uma marca de qualidade no desordenado espaço público da capital.”

Nuno Teotónio Pereira
Público, 1996


quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

"Le parfum d’un printemps portugais"

A Cozinha Popular da Mouraria anda nas bocas do mundo - e do Le Monde - e nós gostamos muito disso.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Prateleiras e prateleiras deles!

A bloguer Thais Garrote deliciou-se a descobrir os nossos xaropes de refresco nas prateleiras da loja A Vida Portuguesa do Intendente. E sim, há "até de chá verde!"