quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Das fotos da clientela

Se há duas coisas que iluminam os quiosques acima de todas as outras, são elas... a luz do sol e a vossa visita.
Foto de Diogo Ribeiro em Zomato

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Enamorados outra vez

Aproxima-se mais um "Enamorados por Lisboa", o dia em que, à boleia de São Valentim, o amor está mesmo no ar, pela cidade inteira. Digam-nos lá: este ano o que é que gostavam de ver acontecer nos quiosques que até um "speed dating" já vos deram?

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Diário de Lisboa

Boa circulação para esta semana é o que vos desejamos. Entre quiosques de refresco, preferencialmente, ou onde as vossas papilas gustativas vos levarem...
Diário de Lisboa



sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Avinhe-se!

O povo é sábio até por demais e vem recomendando desde tempos antigos: "abafe-se, abife-se e avinhe-se!" A dizer que quando as defesas são submetidas a chuvas e frio como os dos últimos dias, o melhor mesmo a fazer é agasalharmo-nos bem, comer um belo bife e beber um bom vinho. Se for quente como o dos quiosques, melhor ainda. E em último caso, há muito pouca coisa que o nosso grogue não cure!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Adoremos

Onde está Wally? Er... perdão... Baltazar? Vale a pena descobrir, neste Dia de Reis, na Adoração dos Magos pintada por Domingos Sequeira.


 Um dos grandes artistas portugueses do século XIX, que o Museu de Arte Antiga nos ajuda agora a redescobrir: Domingos Sequeira.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Rendas com história

O Quiosque de Refresco subscreve esta petição que pede uma alteração à lei das rendas para proteger as lojas históricas da capital. Pode encontrá-la impressa em cada um dos nossos balcões ou contribuir com a sua assinatura online. Por favor, partilhe e divulgue! Pelas lojas com história, que tanto fazem pelo charme e pela originalidade de Lisboa.

E vai de 2016!

Que o ano novo tenha tanto de insaciável como de delicioso.
Em 2016, e vai de refresco!

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Boas festas!

O Quiosque de Refresco deseja a todos os seus clientes, fornecedores e amigos umas festas de Natal e Ano Novo muito felizes. Em 2016, e vai de refresco! 

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

A Ignição para acabar com 2015

Não há como parar o fervilhar do Gerador, que organiza mais uma Ignição, a última de 2015 este sábado. Eles já brincam que só conseguem fazer coisas em sítios à volta dos nossos quiosques mas nós ficamos sempre contentes de ter por perto toda a gente que eles trazem, com tanto talento e ideias. A performance cultural deste sábado ainda é surpresa mas o ponto de encontro, às 18h30, é o nosso quiosque amarelinho da Praça da Sé. Venham daí, recarregar baterias!
© Carla Oliveira

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Da cor e da vida dos quiosques

Foz de Arelho por Manuela Viola

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Mais Inovação (e muita alegria no trabalho)

A Sabores Santa Clara está de parabéns, por um trabalho de excelência continuado, mas agora também agraciado com a categoria “Mais Inovação” nos Prémios Mais Alentejo 2015. Um trabalho que começou com a recuperação dos conventuais Rebuçados de Ovo de Portalegre e que se estendeu aos Biscoitos Simplesmente Deliciosos, passando pelos licores Botica e pelos (perdoem mas temos que puxar a brasa à nossa garrafa) estupendos xaropes do Quiosque de Refresco. Uma distinção quase tão honrosa como a maior delas todas: a da vossa preferência, obrigado!

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

"Pequenas lojas de inspiração oriental"

"Sabia que... A introdução de quiosques na nossa cidade data de 1869 e deveu-se a Tomás de Melo, uma figura muito interessante do meio cultural da época. Eram pequenas lojas, de inspiração oriental que vendiam sobretudo bebidas, tabaco, revistas e outros artigos utilitários. Hoje mostramo-vos o Quiosque de São Paulo, situado na Praça com o mesmo nome. Interessante será reparar nas placas de bebidas de outrora, que ainda anuncia: capilé, pirolito, castanheira e "gazosa"."
© Ana Luísa Alvim para CML

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Da cultura de café lisboeta

"Nesse tempo vivia-se nos cafés. Não se entrava apenas para comer um dos célebres bifes ou beber uma bica. Eram locais para passar grande parte do dia — e da noite, por entre uma ida ao cinema. Neles habitavam escritores, poetas, cineastas, críticos, jornalistas, estudantes, pensadores e aspirantes a qualquer uma destas coisas. Falava-se de política, criticava-se o regime, discutiam-se as notícias que chegavam do que se via, ouvia e lia “lá fora”.
O café era de tal forma uma segunda (ou, em alguns casos, primeira) casa que era habitual os clientes receberem telefonemas lá. O telefone tocava, um empregado atendia e perguntava para a sala: “O sr. X está? Chamam-no ao telefone.” O embaixador Francisco Seixas da Costa recorda num texto o dia em que no Monte Carlo alguém brincou e, ligando da cabine telefónica do próprio café, pediu para falar com o general Humberto Delgado. O empregado que atendeu era jovem e não sabia de quem se tratava, pelo que perguntou se o general estava na sala, recebendo de volta um coro de gargalhadas. Mas os telefonemas podiam também ser usados quando alguém queria tornar-se notado e pedia para lhe telefonarem para o café, garantindo que o seu nome seria gritado em alto e bom som.
Um texto do crítico de cinema Eurico de Barros, citado por Margarida Acciaiuoli, descreve a vida no Monte Carlo: “Chegava-se de manhã, comprava-se a imprensa, tomava-se o pequeno-almoço, lia-se um livro, via-se quem estava ou passava.” E, entre um almoço no restaurante, mais leituras à tarde, “cavaqueira com quem tivesse chegado entretanto”, jantar, cinema e “serão no café até às duas da matina, hora de fecho”, passava-se o dia."

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Da gratidão



Ricardo Mealha percebeu os quiosques quando eles ainda não passavam de uma ideia - e apaixonou-se por ela. O designer gráfico e director artístico esteve desde o primeiro momento ao lado de Catarina Portas e João Regal para criar a nossa imagem, com um misto de sofisticação e leveza de que só ele era capaz. Do primeiro logotipo à última carta de refrescos, trabalhar com ele foi sempre uma grande alegria. E por isso lhe estaremos sempre gratos.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

A Cadeira Portuguesa

Não é de espantar que suceda mas de muito ver uma coisa, às tantas deixamos de olhar para ela. Mesmo que a usemos para nos sentar todos os dias, como nas esplanadas dos Quiosques de Refresco. Mas está na hora de levantarmos o rabo e pormos os olhos na Cadeira Portuguesa (também conhecida por Cadeira Gonçalo em homenagem ao criador que se assinava ainda Rodrigues dos Santos), como propõe a exposição que inaugura amanhã na Casa de Santa Maria em Cascais. Para ver até 31 de Janeiro, cadeiras metamorfoseadas por criativos nacionais que prestam a devida "Homenagem à Cadeira Portuguesa".
"As primeiras cadeiras terão surgido em Lisboa nos anos 30 e 40 do século XX. Influenciada provavelmente pela escola alemã Bauhaus, mas também pelas cadeiras de tubo de aço curvado de alguns dos pioneiros do design, como Marcel Breuer, Mies van der Rohe e Mart Stam editadas pela Thonet, a fábrica Adico, uma das maiores empresas de mobiliário metálico europeu, desde os anos 30 até aos dias de hoje, produz a cadeira. Como exemplo, temos as capas dos catálogos desenvolvidas por pintores de renome da época.
Com 95 anos de existência, exporta a Cadeira Portuguesa para países tão longínquos como os do norte da Europa, Estados Unidos e Austrália, entre outros. A Cadeira Portuguesa é parte de uma vasta coleção de clássicos que fizeram história na Adico ao longo dos anos e nunca perderam a dinâmica dos novos tempos, pois souberam acompanhar a evolução do mercado e estar na moda."
Texto de apresentação da Exposição de Homenagem à Cadeira Portuguesa na Casa de Santa Maria em Cascais. http://www.cm-cascais.pt/…/exposicao-de-homenagem-cadeira-p…
Fotografia da Adico tirada no MUDE para Cadeira Gonçalo

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Quando a arte antiga sai do armário, perdão, do museu...

Das janelas verdes para o Chiado, o Bairro Alto ou o Príncipe Real, há reproduções de qualidade a animar as paredes da cidade e os dias dos lisboetas. Por isso, não se espante de encontrar, ao virar da esquina ou à beira da caixa de multibanco, a cabeça de São João Baptista ou outras 30 obras-primas. Vai durar três meses e é o "Coming Out" do Museu Nacional de Arte Antiga.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Moda regada a refresco

Ontem, n' A Vida Portuguesa do Chiado, a moda foi bem regada a refresco de limão e tangerina, cortesia da Sabores Santa Clara. E a sua Vogue Fashion's Night Out, como foi?

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Os quiosques do Rossio

Da altura em que as mais distintas praças de Lisboa tinham cinco ou seis quiosques para provir às mais diversas necessidades e - quais bóias de salvação - servir, por exemplo, bebidas frescas aos passantes. Fonte: Lisboa de Antigamente.