A Sabores Santa Clara está de parabéns, por um trabalho de excelência continuado, mas agora também agraciado com a categoria “Mais Inovação” nos Prémios Mais Alentejo 2015. Um trabalho que começou com a recuperação dos conventuais Rebuçados de Ovo de Portalegre e que se estendeu aos Biscoitos Simplesmente Deliciosos, passando pelos licores Botica e pelos (perdoem mas temos que puxar a brasa à nossa garrafa) estupendos xaropes do Quiosque de Refresco. Uma distinção quase tão honrosa como a maior delas todas: a da vossa preferência, obrigado!
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
"Pequenas lojas de inspiração oriental"
"Sabia que... A introdução de quiosques na nossa cidade data de 1869 e deveu-se a Tomás de Melo, uma figura muito interessante do meio cultural da época. Eram pequenas lojas, de inspiração oriental que vendiam sobretudo bebidas, tabaco, revistas e outros artigos utilitários. Hoje mostramo-vos o Quiosque de São Paulo, situado na Praça com o mesmo nome. Interessante será reparar nas placas de bebidas de outrora, que ainda anuncia: capilé, pirolito, castanheira e "gazosa"."
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| © Ana Luísa Alvim para CML |
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
Da cultura de café lisboeta
"Nesse tempo vivia-se nos cafés. Não se entrava apenas para comer um dos célebres bifes ou beber uma bica. Eram locais para passar grande parte do dia — e da noite, por entre uma ida ao cinema. Neles habitavam escritores, poetas, cineastas, críticos, jornalistas, estudantes, pensadores e aspirantes a qualquer uma destas coisas. Falava-se de política, criticava-se o regime, discutiam-se as notícias que chegavam do que se via, ouvia e lia “lá fora”.
O café era de tal forma uma segunda (ou, em alguns casos, primeira) casa que era habitual os clientes receberem telefonemas lá. O telefone tocava, um empregado atendia e perguntava para a sala: “O sr. X está? Chamam-no ao telefone.” O embaixador Francisco Seixas da Costa recorda num texto o dia em que no Monte Carlo alguém brincou e, ligando da cabine telefónica do próprio café, pediu para falar com o general Humberto Delgado. O empregado que atendeu era jovem e não sabia de quem se tratava, pelo que perguntou se o general estava na sala, recebendo de volta um coro de gargalhadas. Mas os telefonemas podiam também ser usados quando alguém queria tornar-se notado e pedia para lhe telefonarem para o café, garantindo que o seu nome seria gritado em alto e bom som.
Um texto do crítico de cinema Eurico de Barros, citado por Margarida Acciaiuoli, descreve a vida no Monte Carlo: “Chegava-se de manhã, comprava-se a imprensa, tomava-se o pequeno-almoço, lia-se um livro, via-se quem estava ou passava.” E, entre um almoço no restaurante, mais leituras à tarde, “cavaqueira com quem tivesse chegado entretanto”, jantar, cinema e “serão no café até às duas da matina, hora de fecho”, passava-se o dia."
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
Da gratidão
Ricardo Mealha percebeu os quiosques quando eles ainda não passavam de uma ideia - e apaixonou-se por ela. O designer gráfico e director artístico esteve desde o primeiro momento ao lado de Catarina Portas e João Regal para criar a nossa imagem, com um misto de sofisticação e leveza de que só ele era capaz. Do primeiro logotipo à última carta de refrescos, trabalhar com ele foi sempre uma grande alegria. E por isso lhe estaremos sempre gratos.
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
A Cadeira Portuguesa
Não é de espantar que suceda mas de muito ver uma coisa, às tantas deixamos de olhar para ela. Mesmo que a usemos para nos sentar todos os dias, como nas esplanadas dos Quiosques de Refresco. Mas está na hora de levantarmos o rabo e pormos os olhos na Cadeira Portuguesa (também conhecida por Cadeira Gonçalo em homenagem ao criador que se assinava ainda Rodrigues dos Santos), como propõe a exposição que inaugura amanhã na Casa de Santa Maria em Cascais. Para ver até 31 de Janeiro, cadeiras metamorfoseadas por criativos nacionais que prestam a devida "Homenagem à Cadeira Portuguesa".
"As primeiras cadeiras terão surgido em Lisboa nos anos 30 e 40 do século XX. Influenciada provavelmente pela escola alemã Bauhaus, mas também pelas cadeiras de tubo de aço curvado de alguns dos pioneiros do design, como Marcel Breuer, Mies van der Rohe e Mart Stam editadas pela Thonet, a fábrica Adico, uma das maiores empresas de mobiliário metálico europeu, desde os anos 30 até aos dias de hoje, produz a cadeira. Como exemplo, temos as capas dos catálogos desenvolvidas por pintores de renome da época.
Com 95 anos de existência, exporta a Cadeira Portuguesa para países tão longínquos como os do norte da Europa, Estados Unidos e Austrália, entre outros. A Cadeira Portuguesa é parte de uma vasta coleção de clássicos que fizeram história na Adico ao longo dos anos e nunca perderam a dinâmica dos novos tempos, pois souberam acompanhar a evolução do mercado e estar na moda."
Texto de apresentação da Exposição de Homenagem à Cadeira Portuguesa na Casa de Santa Maria em Cascais. http://www.cm-cascais.pt/…/exposicao-de-homenagem-cadeira-p…
Fotografia da Adico tirada no MUDE para Cadeira Gonçalo
Fotografia da Adico tirada no MUDE para Cadeira Gonçalo
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
Quando a arte antiga sai do armário, perdão, do museu...
Das janelas verdes para o Chiado, o Bairro Alto ou o Príncipe Real, há
reproduções de qualidade a animar as paredes da cidade e os dias dos
lisboetas. Por isso, não se espante de encontrar, ao virar da esquina ou à beira da caixa de multibanco, a cabeça de São João Baptista ou outras
30 obras-primas. Vai durar três meses e é o "Coming Out" do Museu
Nacional de Arte Antiga.
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
Moda regada a refresco
Ontem, n' A Vida Portuguesa do Chiado, a moda foi bem regada a refresco de limão e tangerina, cortesia da Sabores Santa Clara. E a sua Vogue Fashion's Night Out, como foi?
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