sexta-feira, 23 de outubro de 2015

A Cadeira Portuguesa

Não é de espantar que suceda mas de muito ver uma coisa, às tantas deixamos de olhar para ela. Mesmo que a usemos para nos sentar todos os dias, como nas esplanadas dos Quiosques de Refresco. Mas está na hora de levantarmos o rabo e pormos os olhos na Cadeira Portuguesa (também conhecida por Cadeira Gonçalo em homenagem ao criador que se assinava ainda Rodrigues dos Santos), como propõe a exposição que inaugura amanhã na Casa de Santa Maria em Cascais. Para ver até 31 de Janeiro, cadeiras metamorfoseadas por criativos nacionais que prestam a devida "Homenagem à Cadeira Portuguesa".
"As primeiras cadeiras terão surgido em Lisboa nos anos 30 e 40 do século XX. Influenciada provavelmente pela escola alemã Bauhaus, mas também pelas cadeiras de tubo de aço curvado de alguns dos pioneiros do design, como Marcel Breuer, Mies van der Rohe e Mart Stam editadas pela Thonet, a fábrica Adico, uma das maiores empresas de mobiliário metálico europeu, desde os anos 30 até aos dias de hoje, produz a cadeira. Como exemplo, temos as capas dos catálogos desenvolvidas por pintores de renome da época.
Com 95 anos de existência, exporta a Cadeira Portuguesa para países tão longínquos como os do norte da Europa, Estados Unidos e Austrália, entre outros. A Cadeira Portuguesa é parte de uma vasta coleção de clássicos que fizeram história na Adico ao longo dos anos e nunca perderam a dinâmica dos novos tempos, pois souberam acompanhar a evolução do mercado e estar na moda."
Texto de apresentação da Exposição de Homenagem à Cadeira Portuguesa na Casa de Santa Maria em Cascais. http://www.cm-cascais.pt/…/exposicao-de-homenagem-cadeira-p…
Fotografia da Adico tirada no MUDE para Cadeira Gonçalo

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Quando a arte antiga sai do armário, perdão, do museu...

Das janelas verdes para o Chiado, o Bairro Alto ou o Príncipe Real, há reproduções de qualidade a animar as paredes da cidade e os dias dos lisboetas. Por isso, não se espante de encontrar, ao virar da esquina ou à beira da caixa de multibanco, a cabeça de São João Baptista ou outras 30 obras-primas. Vai durar três meses e é o "Coming Out" do Museu Nacional de Arte Antiga.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Moda regada a refresco

Ontem, n' A Vida Portuguesa do Chiado, a moda foi bem regada a refresco de limão e tangerina, cortesia da Sabores Santa Clara. E a sua Vogue Fashion's Night Out, como foi?

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Os quiosques do Rossio

Da altura em que as mais distintas praças de Lisboa tinham cinco ou seis quiosques para provir às mais diversas necessidades e - quais bóias de salvação - servir, por exemplo, bebidas frescas aos passantes. Fonte: Lisboa de Antigamente.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

A aprendizagem dos prazeres... de Verão

"Os prazeres da mente e do corpo passam por encontrar coisas "deliciosas" para fazer nas tardes de Verão... visitar um Quiosque do Refresco e beber uma limonada bem gelada!"

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Orchata

“Quer V. Exa. um copo de orchata?”. E o desembargador: “Pois venha de lá a orchata. Vai de refresco”. Há coisas que nunca passam a de moda e a orchata, essa é intemporal. Que o diga Eça de Queirós, que lhe dedicou uma passagem no seu livro O Conde de Abranhos, no século XIX, e Catarina Portas, que desde 2009, altura em que abriu o primeiro Quiosque de Refresco, no Largo do camões, a tem à venda, juntamente com muitas outras bebidas apreciadas no tempo dos nossos bisavós. Originária de Valência, em espanha, à sua base de amêndoa acrescenta-se água, açúcar em ponto e gelo. Saem que nem pãezinhos quentes nas noites de Verão, juntamente com a limonada chic, o mazagran, o leite perfumado e a laranjada: os outros refrescos-estrela dos quiosques de Portas.

1,30€ Praça Luís de Camões, Príncipe Real, Praça das Flores, Praça de São Paulo e Sé."
Time Out Lisboa

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Naturalmente delicioso

Houve uma altura em que os fabricantes de Capilé não se coibiam de usar corantes e conservantes para fazer render a fórmula, cada vez mais artificial. E, quando chegámos ao mercado, algumas garrafas de Groselha até desaconselhavam o consumo livre às crianças. Não é para nos gabarmos, mas o nosso é inteiramente feito com ingredientes naturais, a começar pelas folhas de avenca, de onde é extraída a preciosa essência do seu sabor. Tão saudável como delicioso, e vai de Capilé!