segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Comida de rua

Diz-se que tem o hábito da "street food" quem, como nós, gosta de comer e beber fora de portas. Nesta fotografia, de Three Lions para Getty Images, por volta de 1952, um jovem rapaz serve sopa quente aos passantes numa banca de rua em Teerão.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Também em tese

O caso do Quiosque de Refresco numa tese de doutoramento com o título "O Design de Embalagem em Portugal no século XX. Do Funcional ao Simbólico: o Estudo de Caso da Saboaria e Perfumaria Confiança". Com a assinatura de Nuno Coelho, já está disponível online e é um contributo importante para quem se interessa pelo design em Portugal.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

"As flores da praça"

O Quiosque de Refresco da Praça das Flores em destaque na Visão desta semana, que veio à descoberta de um dos segredos mais bem guardados de Lisboa. A vida de bairro que aqui se respira. E a delícia que é tomar café nas nossas cadeiras roxas.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

A realidade, agora a cores

Aqui está uma bela (e doce) maneira de colorir os dias.
© Inês Marcelo

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Urban Sketchers também são Charlie

"NÃO SEI BEM O QUE DIZER, MAS TENHO DE DIZER QUALQUER COISA. Mesa-redonda aberta sobre o ataque ao Charlie Hedbo: o poder dos cartoons editoriais, liberdade de imprensa e expressão, limites sociais, contextos históricos da imprensa ilustrada. Sara Figueiredo Costa, Nuno Saraiva, Osvaldo Macedo de Sousa e Eduardo Salavisa, com moderação de Pedro Moura. Terça-feira, 20 de Janeiro, às 18h30, no Museu Arqueológico do Carmo. Entrada livre.

O crime perpetrado contra o jornal satírico francês Charlie Hedbo colocou na ordem do dia junto ao grande público uma discussão que tem tido lugar em círculos especializados. Qual o papel do cartoon editorial nas democracias modernas, cujas leis de liberdade de expressão permitem um qualquer grau de negociação entre o que se entenderá por "aceitável" e "pertinente", por um lado, e "exagerado" e "ofensivo", por outro. Se se acreditar numa tal categorização, porém, há que compreender que ambas pertencem a uma longa tradição de trabalhos, e com particular presença na cultura francesa. A questão desta liberdade vai embater noutras questões, como os posicionamentos ideológicos, os ditos limites da imprensa, a censura prévia e as decisões judiciais, assim como a conjuntura actual a nível mundial cujas fricções são vistas por alguns como um "choque de civilizações". Não é difícil começar uma discussão sem tropeçar em controvérsias ou mesmo afirmações elas mesmas insustentadas, já que tudo isto implica emoções, limites ao nosso conhecimento, posicionamentos extremados, etc.

A comunidade de artistas de banda desenhada, ilustração e cartoon editorial, assim como investigadores e críticos da área têm multiplicado a sua expressão de solidariedade, assombro e até mesmo incompreensão nos mais variados canais de comunicação. Alguns dos seus membros não sabem bem como começar a articular o que pensam e sentem, mas sentem também a urgência em fazer algo mais. Esta é uma oportunidade, entre outras, de dialogar." EDUARDO SALAVISA

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Um ano a desenhar para o futuro

"Ao longo do ano, os Urban Sketchers vão estar na Casa-Atelier Vieira da Silva a promover oficinas de desenho. Com orientação de Eduardo Salavisa ou de Urban Sketchers convidados, há duas oficinas por mês dirigidas a todos os interessados em desenho, com ou sem experiência, e sem limites de idade. De tema livre, as oficinas centram-se, porém, no bairro das Amoreiras, na Casa-Atelier Vieira da Silva e no Museu da Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva (FASVS). Das oficinas realizadas serão escolhidos os 12 melhores desenhos para eventual publicação numa agenda, e/ou num calendário e/ou num caderno de notas a editar em 2016 pela FASVS."