terça-feira, 20 de janeiro de 2015

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Urban Sketchers também são Charlie

"NÃO SEI BEM O QUE DIZER, MAS TENHO DE DIZER QUALQUER COISA. Mesa-redonda aberta sobre o ataque ao Charlie Hedbo: o poder dos cartoons editoriais, liberdade de imprensa e expressão, limites sociais, contextos históricos da imprensa ilustrada. Sara Figueiredo Costa, Nuno Saraiva, Osvaldo Macedo de Sousa e Eduardo Salavisa, com moderação de Pedro Moura. Terça-feira, 20 de Janeiro, às 18h30, no Museu Arqueológico do Carmo. Entrada livre.

O crime perpetrado contra o jornal satírico francês Charlie Hedbo colocou na ordem do dia junto ao grande público uma discussão que tem tido lugar em círculos especializados. Qual o papel do cartoon editorial nas democracias modernas, cujas leis de liberdade de expressão permitem um qualquer grau de negociação entre o que se entenderá por "aceitável" e "pertinente", por um lado, e "exagerado" e "ofensivo", por outro. Se se acreditar numa tal categorização, porém, há que compreender que ambas pertencem a uma longa tradição de trabalhos, e com particular presença na cultura francesa. A questão desta liberdade vai embater noutras questões, como os posicionamentos ideológicos, os ditos limites da imprensa, a censura prévia e as decisões judiciais, assim como a conjuntura actual a nível mundial cujas fricções são vistas por alguns como um "choque de civilizações". Não é difícil começar uma discussão sem tropeçar em controvérsias ou mesmo afirmações elas mesmas insustentadas, já que tudo isto implica emoções, limites ao nosso conhecimento, posicionamentos extremados, etc.

A comunidade de artistas de banda desenhada, ilustração e cartoon editorial, assim como investigadores e críticos da área têm multiplicado a sua expressão de solidariedade, assombro e até mesmo incompreensão nos mais variados canais de comunicação. Alguns dos seus membros não sabem bem como começar a articular o que pensam e sentem, mas sentem também a urgência em fazer algo mais. Esta é uma oportunidade, entre outras, de dialogar." EDUARDO SALAVISA

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Um ano a desenhar para o futuro

"Ao longo do ano, os Urban Sketchers vão estar na Casa-Atelier Vieira da Silva a promover oficinas de desenho. Com orientação de Eduardo Salavisa ou de Urban Sketchers convidados, há duas oficinas por mês dirigidas a todos os interessados em desenho, com ou sem experiência, e sem limites de idade. De tema livre, as oficinas centram-se, porém, no bairro das Amoreiras, na Casa-Atelier Vieira da Silva e no Museu da Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva (FASVS). Das oficinas realizadas serão escolhidos os 12 melhores desenhos para eventual publicação numa agenda, e/ou num calendário e/ou num caderno de notas a editar em 2016 pela FASVS."

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Onde menos se esperaria...

Gorila. Há quem diga que até ajuda a pensar.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Combater a solidão, ir ao teatro

Duas actrizes de primeira grandeza num palco aqui à nossa beira até dia 25 de Janeiro.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Mudam-se os tempos, ficam as pastilhas

Quem se lembra destes tempos? Eles até podem mudar mas nós continuamos a vender Gorila.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

A(s) luz(es) de Lisboa

A cidade iluminada pelo passado: a Rua Augusta numa fotografia do Estúdio de Horácio Novaes pertencente à Colecção da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian.