terça-feira, 4 de novembro de 2014

A viagem continua

"Pedi a 30 desenhadores-viajantes que me contassem uma viagem por meio de desenhos, feitos num diário gráfico, e um pequeno texto. São portugueses e espanhóis (dois são franceses a viverem em Espanha).

O resultado é um livro, bilingue, com 30 viagens espalhadas pelo mundo. Além de dois textos introdutórios sobre esta coisa da Viagem e de a desenhar.

O lançamento do livro será a 22 de Novembro, sábado, às 18 horas no Museu Bordalo Pinheiro em Lisboa. Vou publicar, neste blogue e por ordem alfabética, um autor por dia, com um dos seus desenhos e uma frase extraída do seu texto."

Eduardo Salavisa

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Para um fim-de-semana animado

E já lá vão 25 anos a animar as bandas da Amadora - e não só. Inaugura hoje mais uma edição do Festival Internacional de Banda Desenhada. Até dia 9 de Novembro, há 4.000 metros quadrados de área expositiva e uma programação diversificada - e muito, muito colorida!

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Das cores dos quiosques

Parece que não somos só nós a achar que estes dias solarengos merecem ser regados a doses abundantes de limonada. Aqui, o Quiosque de Refresco da Praça das Flores pelas cores de Leonor Zamith.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Quando o fado vai ao cinema

Fado e cinema: dois dos nossos amores juntos. É ideal!

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Do douro com amor

Outubro é mês de vindima no Douro. "A vindima começa bem cedo de manhã e o ritmo não abranda até mesmo com o cair da noite. No Douro, o trabalho é intenso e quem nos visita percebe como esta região vive do esforço humano!"

Ou seja, é assim que começa o vinho do Porto dos nossos quiosques.


quarta-feira, 15 de outubro de 2014

De regresso à nuvem

Nunca mais é sábado! Para ser dia de Mercado Biológico no Príncipe Real, antecedido por pequeno almoço no quiosque, como recomenda o blogue Nuvem Privada. Quem sabe, sabe...

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Gente do doclisboa

"Nenhuma imagem esclarece a realidade, apenas nos confronta com a sua aparência. Este atlas de “gente da terceira classe” contém parte da história do século XX, no que diz respeito à condição social, ao valor do trabalho, ao conceito de pobreza, de exclusão.

Situada entre a década de 30 e a de 60 do século XX, a realidade aqui retratada está envolta em ideários políticos e/ou estéticos e apresenta-nos um continente, a Europa, num pós-guerra de humanidade crescente, de esperança na erradicação das desigualdades sociais e dos traumas da guerra.
Estas imagens não pertencem, hoje, ao continente europeu ou norte-americano, o sofrimento que transmitem foi deslocado para os designados países de “terceiro mundo”, que se poderiam aliás juntar a esta “gente da terceira classe” para melhor entendermos que nenhuma geografia nem tempo histórico detêm a exclusão e a pobreza.

Dizia Albert Camus que “a arte é a distância que o tempo dá ao sofrimento”. Sobre a distância destas imagens só a realidade nos poderá esclarecer."