E já lá vão 25 anos a animar as bandas da
Amadora - e não só. Inaugura hoje mais uma edição do Festival
Internacional de Banda Desenhada. Até dia 9 de Novembro, há 4.000 metros
quadrados de área expositiva e uma programação diversificada - e muito,
muito colorida!
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
Das cores dos quiosques
Parece que não somos só nós a achar que estes
dias solarengos merecem ser regados a doses abundantes de limonada.
Aqui, o Quiosque de Refresco da Praça das Flores pelas cores de Leonor
Zamith.
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
terça-feira, 21 de outubro de 2014
Do douro com amor
Outubro
é mês de vindima no Douro. "A vindima começa bem cedo de manhã e o
ritmo não abranda até mesmo com o cair da noite. No Douro, o trabalho é
intenso e quem nos visita percebe como esta região vive do esforço
humano!"
Ou seja, é assim que começa o vinho do Porto dos nossos quiosques.
Ou seja, é assim que começa o vinho do Porto dos nossos quiosques.
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
De regresso à nuvem
Nunca mais é sábado! Para ser dia de Mercado
Biológico no Príncipe Real, antecedido por pequeno almoço no quiosque,
como recomenda o blogue Nuvem Privada. Quem sabe, sabe...
terça-feira, 14 de outubro de 2014
Gente do doclisboa
"Nenhuma imagem esclarece a realidade, apenas
nos confronta com a sua aparência. Este atlas de “gente da terceira
classe” contém parte da história do século XX, no que diz respeito à
condição social, ao valor do trabalho, ao conceito de pobreza, de exclusão.
Situada entre a década de 30 e a de 60 do século XX, a realidade aqui retratada está envolta em ideários políticos e/ou estéticos e apresenta-nos um continente, a Europa, num pós-guerra de humanidade crescente, de esperança na erradicação das desigualdades sociais e dos traumas da guerra.
Estas imagens não pertencem, hoje, ao continente europeu ou norte-americano, o sofrimento que transmitem foi deslocado para os designados países de “terceiro mundo”, que se poderiam aliás juntar a esta “gente da terceira classe” para melhor entendermos que nenhuma geografia nem tempo histórico detêm a exclusão e a pobreza.
Dizia Albert Camus que “a arte é a distância que o tempo dá ao sofrimento”. Sobre a distância destas imagens só a realidade nos poderá esclarecer."
Situada entre a década de 30 e a de 60 do século XX, a realidade aqui retratada está envolta em ideários políticos e/ou estéticos e apresenta-nos um continente, a Europa, num pós-guerra de humanidade crescente, de esperança na erradicação das desigualdades sociais e dos traumas da guerra.
Estas imagens não pertencem, hoje, ao continente europeu ou norte-americano, o sofrimento que transmitem foi deslocado para os designados países de “terceiro mundo”, que se poderiam aliás juntar a esta “gente da terceira classe” para melhor entendermos que nenhuma geografia nem tempo histórico detêm a exclusão e a pobreza.
Dizia Albert Camus que “a arte é a distância que o tempo dá ao sofrimento”. Sobre a distância destas imagens só a realidade nos poderá esclarecer."
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Nuvem privada
"O
quiosque plantado na hora de ponta é como uma estufa no meio da selva.
Calmo e temperado, enquanto os elefantes passam e os macacos gritam. O
meu horário é outro. Arranco mais ou menos quando quero, e páro quando
posso, ou quando quero, mas sem hora certa."
Ou quando o nosso quiosque proporciona uma Nuvem Privada de sossego e satisfação.
Ou quando o nosso quiosque proporciona uma Nuvem Privada de sossego e satisfação.
Subscrever:
Mensagens (Atom)






