quinta-feira, 14 de agosto de 2014
Vai de colher!
"Porque o calor, mesmo quando fica mais tímido, é sempre uma boa desculpa para uma colherada ou duas… ou mais, até ao fim, na tão apetecível e saudável combinação do xarope de refresco português com iogurte grego.
Diz-se, e muito bem, que “a união faz a força”. Por isso, duas marcas nacionais juntaram-se e criaram o iogurte com xarope. Falamos da Yonest, que produz iogurte grego cem por cento natural, e a Quiosque de Refresco que, com a Sabores Santa Clara contribui com os xaropes à moda antiga cujos sabores foi buscar aos refrescos portugueses.
Assim nascem quatro variedades feitas à base de iogurte natural ora com xarope de groselha, ora com granola e xarope de capilé, ora com polpa de manga e maracujá e xarope de groselha, ora com polpa de ananás e coco e xarope de chá verde Gorreana.
Já escolheu o que vai provar? Então, agora dirija-se aos Quiosques de Refresco da praça Luís de Camões, do jardim do Príncipe Real, da praça das Flores e do largo de São Paulo, em Lisboa e delicie-se!"
Patrícia Serrado, Mutante Magazine
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
Iogurte com Xarope: o Verão quer-se fresco, naturalmente!
Sejamos honestos: melhor do que uma coisa saudável e deliciosa, só mesmo duas coisas saudáveis e deliciosas juntas. Pode parecer bom demais para ser verdade, mas é o que acontece quando as marcas Quiosque de Refresco e Yonest unem esforços. A partir de agora, há iogurte grego com xarope de refresco à disposição da população lisboeta. Eça de Queiroz que nos perdoe, mas, este Verão, “vai de iogurte!”
Um dia, o “yogurtman” veio bater à nossa porta e nós convidámo-lo a entrar. Desde o princípio nos pareceu que a parceria fazia sentido, que os nossos xaropes podiam ter a ganhar com o iogurte 100% natural destes senhores e vice-versa. Porque, como nós, a Yonest também tem a sua génese em receitas caseiras à moda antiga. E quis demarcar-se dos produtos industrializados, sem acréscimo de natas, utilizando apenas "o melhor leite fresco do dia”. Que fizesse justiça à tradição do iogurte designado por grego mas fosse orgulhosamente português.
Encontrado o iogurte perfeito, a Yonest pôs-se a testar complementos que não lhe ficassem atrás. Criou uma granola estaladiça, plena de contraste para a cremosidade do produto lácteo, e fez surgir os purés de fruta: da tradicional maçã assada até ao mais tropical puré de ananás e coco. Juntos, testámos várias possibilidades de sabores e chegámos a quatro combinações imbatíveis, disponíveis (com um preço de lançamento de €2.50), no menu dos nossos quiosques (Praça Luís de Camões, Jardim do Príncipe Real, Praça das Flores, Largo de São Paulo):
Iogurte Natural com Xarope de Groselha
Iogurte Natural com Granola e Xarope de Capilé
Iogurte Natural com Polpa de Manga e Maracujá e Xarope de Groselha
Iogurte Natural com Polpa de Ananás e Côco e Xarope de Chá Verde Gorreana
No que toca aos xaropes, buscámos na arte antiga e sábia dos refrescos portugueses o sabor das bebidas de Lisboa e recriámo-las para os dias de hoje, numa oferta original e deliciosa. Todos são confeccionados com ingredientes naturais, sem aditamentos químicos, e estão disponíveis também em garrafa, prontos a ser consumidos em qualquer sítio e a qualquer hora. Primeiro chegaram os xaropes de Groselha e o de Capilé, depois a família alargou-se com o Chá Verde Gorreana, a Erva-Príncipe e a Tangerina. Este Verão, chegaram também o Limão e o Tomilho-Limão. De qualidade incomparável, são assinados por uma parceria perfeita: produzidos pela Sabores Santa Clara, levam a marca Quiosque de Refresco. E, como é dado agora descobrir, também vão maravilhosamente com iogurte - muito honestamente!
Um dia, o “yogurtman” veio bater à nossa porta e nós convidámo-lo a entrar. Desde o princípio nos pareceu que a parceria fazia sentido, que os nossos xaropes podiam ter a ganhar com o iogurte 100% natural destes senhores e vice-versa. Porque, como nós, a Yonest também tem a sua génese em receitas caseiras à moda antiga. E quis demarcar-se dos produtos industrializados, sem acréscimo de natas, utilizando apenas "o melhor leite fresco do dia”. Que fizesse justiça à tradição do iogurte designado por grego mas fosse orgulhosamente português.
Encontrado o iogurte perfeito, a Yonest pôs-se a testar complementos que não lhe ficassem atrás. Criou uma granola estaladiça, plena de contraste para a cremosidade do produto lácteo, e fez surgir os purés de fruta: da tradicional maçã assada até ao mais tropical puré de ananás e coco. Juntos, testámos várias possibilidades de sabores e chegámos a quatro combinações imbatíveis, disponíveis (com um preço de lançamento de €2.50), no menu dos nossos quiosques (Praça Luís de Camões, Jardim do Príncipe Real, Praça das Flores, Largo de São Paulo):
Iogurte Natural com Xarope de Groselha
Iogurte Natural com Granola e Xarope de Capilé
Iogurte Natural com Polpa de Manga e Maracujá e Xarope de Groselha
Iogurte Natural com Polpa de Ananás e Côco e Xarope de Chá Verde Gorreana
No que toca aos xaropes, buscámos na arte antiga e sábia dos refrescos portugueses o sabor das bebidas de Lisboa e recriámo-las para os dias de hoje, numa oferta original e deliciosa. Todos são confeccionados com ingredientes naturais, sem aditamentos químicos, e estão disponíveis também em garrafa, prontos a ser consumidos em qualquer sítio e a qualquer hora. Primeiro chegaram os xaropes de Groselha e o de Capilé, depois a família alargou-se com o Chá Verde Gorreana, a Erva-Príncipe e a Tangerina. Este Verão, chegaram também o Limão e o Tomilho-Limão. De qualidade incomparável, são assinados por uma parceria perfeita: produzidos pela Sabores Santa Clara, levam a marca Quiosque de Refresco. E, como é dado agora descobrir, também vão maravilhosamente com iogurte - muito honestamente!
terça-feira, 5 de agosto de 2014
"O inventor de sabores"
![]() |
| Daniel Roldão é o engenheiro zootécnico que anda nas bocas do mundo… |
"Se já provou algum refresco dos quiosques de Lisboa ou abriu
alguma lata amarela de rebuçados de ovo de Portalegre, vai gostar de
conhecer Daniel Roldão, o engenheiro zootécnico que recorre à natureza
para desenvolver alguns dos mais extraordinários produtos que encantam o
paladar.
Foi entre galinhas poedeiras que Daniel Roldão teve a primeira das
várias epifanias que deram origem a sabores que andam agora na boca de
toda a
gente. Foi buscar o capilé a um livro de 1860, o segredo do rebuçado às velhinhas alentejanas, as borras de vinho do Porto a uma quinta no Douro e os limões aos campos esquecidos de uma aldeia da Beira Baixa.
gente. Foi buscar o capilé a um livro de 1860, o segredo do rebuçado às velhinhas alentejanas, as borras de vinho do Porto a uma quinta no Douro e os limões aos campos esquecidos de uma aldeia da Beira Baixa.
Foi há quase dez anos que aconteceu a epifania fundadora. Daniel,
engenheiro zootécnico, 34 anos, vive em Portalegre com a mulher e os
dois filhos e estava empenhado no seu projeto: «Um parque com galinhas,
capoeiras, ervas e minhocas.» Era uma criação de poedeiras felizes, em
modo biológico, mas no meio da realização desse sonho, Daniel constatou
que 30 por cento dos ovos não podiam ser vendidos por causa do calibre.
Quase um terço da produção das galinhas satisfeitas com a vida não
cumpria os requisitos do mercado, que quer os seus ovos todos do mesmo
tamanho.
A Daniel aconteceram duas coisas: declarou guerra à ditadura dos
calibres e criou o primeiro de vários produtos feitos com ingredientes
naturais e sem conservantes, de origem portuguesa e com fabrico
artesanal. O hotel de cinco estrelas das galinhas poedeiras ficou pelo
caminho e dos ovos que o mercado não aceitou nasceria outra galinha: a
primeira Fábrica do Rebuçado de Portalegre. «Quando pensei o que íamos
fazer com os ovos, brilharam-me os olhos: podíamos fazer rebuçados de
Portalegre! Foi quase instantâneo.»
A ideia da fábrica levou dois anos a concretizar porque Daniel andou a
investigar como poderia manter o caráter artesanal do delicado doce
conventual, uma receita com trezentos anos, mas com escala industrial. A
investigação teve uma boa parte de diplomacia e convívio. «Andei nas
casas das velhinhas de Portalegre, que faziam a massa de ovo e a punham a
secar ao pé da janela.» Finalmente, em 2005, e apenas com uma máquina
para cozer gemas e claras, a Fábrica do Rebuçado começou a funcionar.
Durante vários anos, as latas brancas, amarelas e pretas, contendo os
lustrosos rebuçados cor de gema envolvidos em papel pardo, foram o
único fruto da fábrica. «É um produto muito difícil de fazer, quase um
desafio à gravidade.» Mas não faltaria muito para que a equipa de doze
pessoas fosse aliciada com novos desafios, enchendo garrafas,
garrafinhas e pacotes com toda uma gama de delícias – os Sabores de
Santa Clara.
Depois dos ovos chegaram as frutas e as ervas para os xaropes de
receitas antigas, como o capilé, ou de novas fórmulas criadas por
Daniel. É com elas que se fazem os refrescos dos Quiosques de Lisboa
que, este verão, viram chegar novos sabores. Com os xaropes chegaram
também os licores, as amêndoas, as nozes e as bolachas. Todos eles
obedecem, desde a origem, à irredutível Lei de Roldão: nada se perde,
tudo se pode transformar em coisas boas.
Assim foi com os limões que vão dentro do xarope do refresco. São
colhidos em Rabacinas, uma aldeia do concelho de Proença-a-Nova, onde
Daniel calhou de passar um dia. Viu tantos limoeiros que quis saber para
onde iam os limões. Em tempos, vendiam-se no Porto, mas tornaram-se
demasiado imperfeitos para as exigências do calibre do mercado. E assim
os doces e tortos limões de Rabacinas perderam a causa para os aprumados
limões importados.
«Fez-me impressão ver uma localidade inteira com milhares de
limoeiros ao abandono e nós a consumir limões espanhóis. A variedade é
mais produtiva, mas tem muito mais casca e menos sabor. Mas de facto, o
limão é todo igual.» Na fábrica de Portalegre, os limões de Rabacinas
são espremidos à mão, para que não se soltem os óleos da casca que
estragam a limonada. Começaram este verão a chegar aos Quiosques de
Refrescos de Lisboa e também a várias lojas gourmet e bio de
todo o país, num dos dois novos sabores dos xaropes. O outro foi
tomilho-limão, uma erva aromática plantada numa herdade de Portalegre. O
chá Gorreana do refresco com o mesmo nome é dos Açores e o poejo de uma
quinta bio do Norte.
As ginjas do licor são de produção própria. A Sabores de Santa Clara
tem um pomar de ginjas e, volta e meia, o pessoal da fábrica calça botas
e vai para o «Ginja Day» – passam o dia na colheita das ginjas, que
depois hão-de macerar em aguardente vínica e criar um licor cheio de
perfume. Poejo, castanha assada, marmelada, maçã-bravo-de-esmolfe,
groselha rubi e tangerina-pinhão são os outros seis sabores dos licores.
Tangerina quê? Isso mesmo: um dia, ocorreu a Daniel que a fruta fresca e
o fruto seco pudessem dar um bom casamento. «Foi uma loucura minha, mas
é o nosso top de vendas.»
O capilé tem um nome fresco, mas o xarope de avenca vem de antigamente. Daniel foi buscar a receita ao livro Cozinheiro Moderno ou Nova Arte da Cozinha,
de Lucas Rigaud, uma obra de 1860. E vai buscar as folhas de avenca à
serra de Sintra. «A receita original era imbebível de tão doce. Fizemos
uma calibração do açúcar e é uma infusão fenomenal. Só em Portugal é que
podemos ter refrescos destes.»
Da Fábrica do Rebuçado (o nome nunca mudou) saem sete xaropes
Quiosque de Refrescos, sete licores Botica, duas variedades de frutos
secos caramelizados e a linha Simplesmente Bolachas, com ingredientes
como gengibre, chá cerveja, especiarias e borras de vinho. Borras? Isso
mesmo, borras de vinho do Porto, resultantes do depósito do vinho depois
do estágio, guardadas há mais de cem anos, acabaram numas bolachas
escuras e profundamente aromáticas. Também nasceram «de um clique». A
primeira cliente dele, dona de uma loja gourmet do Porto,
perguntou-lhe se não queria fazer alguma coisa com umas borras de vinho
do Porto guardadas na quinta da sua família, na aldeia de Cheires, em
Alijó. E mais um tesouro esquecido foi transformado numa bolacha
comprida, finíssima e crocante, que cheira ao vinho doce do Douro e se
derrete na boca. A gama Simplesmente Bolachas tem mais três sabores:
gengibre, chá, especiarias e cerveja.
Foi também no Douro que Daniel Roldão percebeu que as saborosas
amêndoas nortenhas dispensavam tanto açúcar. As suas são tostadas e
caramelizadas com menos açúcar, assim como as nozes. «O objetivo foi
fazer sobressair o sabor.» Dito assim, parece fácil, mas o inventor de
sabores tem dias de alquimista teimoso… e um pouco louco. «Fiz 234
versões do xarope de tangerina até ficar perfeito.» Ficou.
Todos os dias, a Fábrica do Rebuçado concentra-se num pequeno número
de produtos e pode ficar anos sem acrescentar novos sabores ao cardápio.
Até um dia alguém contar a Daniel de um pomar esquecido, de uma erva
que os antigos usavam ou ele, num acaso, encontrar o próximo sabor
esquecido. «Não sei o que virá a seguir, mas virá qualquer coisa.»
Pousado o bloco de notas e bebido mais um gole de refresco, a
entrevistadora vira entrevistada. E de onde vem? Pois, de ali das portas
do Minho. «A que sabe o Minho?». Boa pergunta. Respondam ao Daniel, se
tiverem uma boa resposta. Ele pegará nela e fará um xarope, um licor ou
umas bolachinhas."
Dora Mota
terça-feira, 22 de julho de 2014
Refresco quer dizer "cool"
"Os Quiosques de Refresco são quatro, neste
momento, e espero que daqui por uns dias sejam cinco, com a abertura de
mais um ali à frente da Sé de Lisboa. Os quiosques foram uma ideia que
me surgiu porque ando muito a pé, não tenho carta nem
carro, e estava sempre a esbarrar com quiosques fechados antigos.
Fazia-me alguma pena e aquilo tornou-se um exercício: "ora vamos lá
imaginar como é que se pode devolvê-los à vida dos nossos dias?" Fizemos
um trabalho de pesquisa também, sobre o que é que os quiosques na sua
história tinham vendido e uma dessas coisas eram refrescos. E fomos à
procura dessas receitas tradicionais dos refrescos. Também porque senti
que depois de várias décadas de refrigerantes talvez fosse o momento em
que as pessoas talvez lhes apetecesse outra vez uma coisa mais natural,
com menos corante, menos aromatizante... Fomos à procura dessas receitas
e hoje há uma pessoa que está todo o dia numa cozinha a fazer limonadas
e outras bebidas que nós vendemos."
"Isto deu início a um segundo negócio, de Xaropes de Refresco. Começámos exactamente com o Capilé e a Groselha. Na altura em que decidimos abrir os quiosques fomos à procura do que havia no mercado e descobrimos que tudo o que havia de xaropes de capilé e groselha, por exemplo, não continha um único ingrediente natural lá dentro. Continham apenas corantes e aromatizantes. Por isso encomendámos à sabores Santa Clara a fábrica que faz os rebuçados de ovo, de Portalegre, que desenvolvesse esses xaropes a partir das receitas antigas. Hoje em dia já temos a Groselha, o Capilé, o Chá Verde Gorreana, o xarope de Tangerina, o de Erva-príncipe, e agora saíram os xaropes de Tomilho-Limão e o de Limão, que está espectacular e acabámos de lançar há um mês."
Catarina Portas no programa COOLi da RTP Internacional, para rever aqui.
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Pontos de encontro
O Quiosque de Refresco a abrir um tema
internacional da revista Monocle, assinado por Ivan Carvalho, sobre
pontos de encontro e vida "outdoors" - de Berlin a Hanoi, passando por
San Sebastian ou Budapeste. Porque os quiosques voltam a ser, cada vez
mais, "uma parte da vida urbana, perfeitos para o clima de Verão". E a
ter "um forte impacto na comunidade".
quarta-feira, 2 de julho de 2014
Capilé doutros tempos
Antes dos quiosques, eram as carroças. Como se
pode ver por este vendedor ambulante de água fresca e capilé. Na
Lisboa do passado, mais precisamente na Avenida 24 de Julho de 1908, num
momento registado para sempre por Joshua Benoliel.
quinta-feira, 19 de junho de 2014
Da árvore até à garrafa, assim se faz a nossa limonada
A Sabores Santa Clara quis pôr Rabacinas no mapa. No mapa do refresco nacional, que também é de valor. E foi ali, naquela encruzilhada que deixa Castelo Branco para um lado e aponta a direcção de Lisboa para o outro, Proença-a-Nova mais precisamente, e ao seu terreno fértil em verdejância, que foi buscar aqueles que se encontram entre os melhores, mais sumarentos e saborosos, limões portugueses. Contrariando a tendência corrente dos mercados de fruta normalizada, de tamanhos uniformizados, sem especial atenção ao sabor, que leva tantos nacionais a preferir o fruto espanhol, a Sabores Santa Clara teimou que não havia de ir por ali. Que o tamanho e a rugosidade pouco importam. Que o que mais interessa é o abundante sumo, a perfumada casca, a generosidade do fruto. Que continua a ser colhido à mão e transportado para Portalegre, onde é lavado e tratado de forma a manter as suas características mais dignas. E que acaba dentro de uma garrafa num xarope tão deliciosos como vitaminado, pronto a usar o ano inteiro. E que mata a sede como nenhum outro
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