quinta-feira, 28 de novembro de 2013
"Best place to grab a coffee"
E o melhor sítio para tomar café em Lisboa, de acordo com a revista MONOCLE, é o Quiosque de Refresco:
"Andar às compras em Lisboa, passeando com sacos pesados entre as suas colinas, pode ser tarefa árdua e de vez em quando é preciso parar. Para uma dose de cafeína, faça como os lisboetas e tome um café ao ar livre num dos muitos quiosques da cidade."
Largo Luiz de Camões
Jardim do Príncipe Real
Praça de São Paulo
Praça das Flores
sábado, 2 de novembro de 2013
O quiosque ConVida
"Ganhou nova vida, levou um banho de cor rebuçado e é o novo chouchou da população. A praça envaideceu, os pombos ganharam novo poiso e todos nós já podemos saborear um capilé ou um xarope.
Given a fresh lease of life after a new coat of paint, this is the new popular hangout. The square looks better, the pigeons have a new porch and we can all savour a capilé or xarope.
Quiosque de Refresco
Praça de São Paulo
Todos os dias / open daily 8h30-01h00"
Given a fresh lease of life after a new coat of paint, this is the new popular hangout. The square looks better, the pigeons have a new porch and we can all savour a capilé or xarope.
Quiosque de Refresco
Praça de São Paulo
Todos os dias / open daily 8h30-01h00"
terça-feira, 22 de outubro de 2013
São Paulo ressuscitado
Em 2009, os Quiosques de Refresco regressam à cidade, ocupando antigos quiosques, escrupulosamente recuperados, no Largo Camões, no Jardim do Príncipe Real e na Praça das Flores. Em 2013,junta-se-lhes o da Praça de São Paulo, que, para além da oferta dos demais, também tem cerveja. Com o encanto de outrora, oferecendo uma
selecção das especialidades e marcas portuguesas mais irresístiveis e um serviço adaptado à vida contemporânea. Refrescos, licores tradicionais, vinho quente, grogue, sopas, sanduíches, doces e salgados. Seja servido.
QUIOSQUE DE SÃO PAULO
Praça de São Paulo
GPS/38.707760, -9.144517
Aberto domingo a quarta 08h30 à 01h00
Quinta a sábado 08h30 às 02h00
Buscámos na arte antiga e sábia dos refrescos portugueses, o sabor das
bebidas frescas de Lisboa e recriámo-las para os dias de hoje, numa
oferta original e deliciosa. Todos são confeccionados com ingredientes
naturais, sem aditamentos químicos. E como escreveu Eça de Queiroz, “
Vai de refresco!”
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Cremes Vegetarianos
Para sorver num ápice ou bebericar com calma, as sopas cremosas do quiosque são uma opção deliciosa e saudável para a semana inteira. E sempre com uma fatia da dourada e tradicional broa de milho. Bom apetite!
Segunda-feira: Feijão Manteiga com Batata Doce
Terça-feira: Couve Flor com Hortelã
Quarta-feira: Cenoura com Beterraba
Quinta-feira: Grão com Espinafres
Sexta-feira: Courgete com Queijo
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Pela recuperação do Jardim Botânico
Amanhã, 19 de Outubro, 16h00. Da Praça da Alegria ao Jardim do Príncipe Real. Todos à marcha de apoio ao Jardim Botânico!
Inaugurado em 1878, o Jardim Botânico celebra este ano 135 anos. No coração de Lisboa e fruto do trabalho, dedicação, carinho de milhares de homens e mulheres, viveu ao ritmo da história, mudanças e vivências da cidade. Evoluiu, resistiu e perdurou até hoje.
VOTE NO JARDIM BOTÂNICO no Orçamento Participativo OP2013: envie SMS gratuito para 4646 com a mensagem OPLX 121
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Debater os quiosques na trienal
João Regal, o arquitecto que também é metade da dupla por trás do Quiosque de Refresco (à direita na imagem), vai falar sobre o projecto que devolveu estas charmosas estruturas à cidade. O convite foi feito pela Artéria e enquadra-se na edição deste ano da Trienal de Arquitectura de Lisboa. Para analisar a forma como se pode voltar o foco para os pisos térreos da urbe, para que se desfrute daquilo que se pisa. Ou como conjugar o belo e o guloso na experiência e vivência dos espaços da rua, da praça, do jardim.
Hoje, dia 17 de Outubro, às 18h00.
Na Rua dos Douradores 220.
Estão todos convidados!
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Da representação e da poesia
Tiago Barbosa estreia-se na encenação com um solo que transpira a minúcia do trabalho de actor e as inquietações dos sonetos de uma das poetas portuguesas mais amadas (mas provavelmente também incompreendidas). As emoções mais íntimas e inomináveis, expostas de forma despojada e generosa. Ou como explica o próprio:
‘O ponto de partida para este trabalho foi os sonetos da Florbela Espanca. Até há pouco tempo, não tinha grande afinidade com a sua poesia. Tinha-a lido fortuitamente e achara-a exaltada demais, demasiado exclamativa. Os seus dramas, com todo aquele sentimento, soavam-me histéricos e melosos. Não compreendia o recurso constante a palavras grandes, como Amor, Dor, Poeta e outras – escritas assim, com maiúscula. Parecia-me também rígida demais, no apego à estrutura do soneto, com a sua música e ritmo próprios. Achava tudo muito convencional.
Entretanto, por razões profissionais, vi-me forçado a decorar um dos seus sonetos. Fi-lo a contragosto, distanciado pela impressão que trazia. Aconteceu que, à medida que ia repetindo aqueles versos em voz alta, comecei a ficar empolgado.
Em pouco tempo, fervia de exaltação. Berrava! Explodia em fúria dramática! O sangue e as vísceras da Florbela substituíam-se aos meus! Que horror! Que maravilha! Que terror! Florbela!! O chão fugia-me! E as minhas convicções estéticas? Não a soubera ler! E as implicações políticas? Seria analfabeto funcional? E só agora compreendera? Que tragédia! A Florbela!! Não a compreendera! Seria analfabeto emocional?? Li-lhe outros sonetos. Ela queria amar! Como não a ouvira a gritar-me do papel?? Porque não a ouvira?? Por razões formais??? Porque não aceitara o seu convite?? Porque não a quisera amar?? Porquê?
Deixara-a sozinha, isolada, angustiada, a cantar, ora suplicante e submissa ora feroz e revoltosa ora amorosa e subversiva ora endeusando-se como poeta, presa dentro dos seus sonetos! Ela amava, queria amar, transbordava de amor e falava, queria ser ouvida. Tentava convencer, transcendendo-se no esforço por alcançar o sublime em cada verso. E eu ignorara-a!! Só agora, passado este tempo todo, a ouvia, lhe sentia a força dos sentimentos. Rendi-me. Li-lhe mais sonetos, todos. A poesia completa. E fui à procura dela (a dos sonetos).’
A Grande Sombra Loira, a partir de hoje e até 26 de Outubro.
De quarta a sábado às 21h30. Na Zé dos Bois.
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