segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Cerveja

O novo sítio para passar os fins-de-tarde em Lisboa é o Largo de São Paulo. E não é só por haver...
Foto cortesia © Susana Almeida.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Passa tempo no quiosque

O quiosque na última edição da revista Visão. Ou como nós gostamos tanto de vocês que até vos damos passatempos para o fim-de-semana. O ideal é fazê-los acompanhar de refresco, claro.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Lisboa ConVida. E o refresco também

O quiosque do Largo de Camões marca presença no vídeo do Guia ConVida Brasil. Porque a alegria dos brasileiros ao descobrir o pastel de nata não deve andar muito longe da de Vasco da Gama quando pôs pé em Vera Cruz.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Canela & Hortelã à descoberta do Refresco

"Xaropes nos Quiosques de Refresco em Lisboa para refrescar o Verão. Reportagem de Tânia Fernandes para Canela & Hortelã.


Marcar encontro no quiosque, para beber um capilé, pode até soar a citação de algum romance de Eça de Queiróz. A verdade é que esta e outras bebidas não alcoólicas, que já adoçaram a boca dos portugueses em tempos, voltaram ao balcão dos quiosques de jardim. E com bastante adesão, nestes dias em que o mercúrio do termómetro estaciona acima dos 30º. Refrescar é o mote. Numa pareceria com a Sabores de Santa Clara, os Quiosques de Refresco, em Lisboa, recuperaram a tradição de bebidas frescas, preparadas com ingredientes naturais. Os tradicionais Xaropes de Groselha e Capilé figuram nas prateleiras destes novos espaços urbanos e orgulham-se de ser os únicos no mercado nacional inteiramente elaborados a partir de ingredientes naturais. No caso do de groselha, é especialmente rico em antioxidantes como os polifenóis, (substâncias que atrasam a oxidação e os efeitos nocivos dos radicais livres no corpo humano). 


Bem temperados de gelo, os xaropes agradam aos mais velhos, que redescobrem maravilhados os sabores que guardavam na memória mas também são consumidos, sem limites nem remorsos, pelas crianças.
E os quiosques, recentemente recuperados, passaram a fazer parte do roteiro social dos Lisboetas. Numa parceria entre Catarina Portas (A Vida Portuguesa) e João Regal (Delidelux), o Quiosque de Refresco passou da ideia à prática quando a Câmara de Lisboa decidiu concessionar três dos mais belos quiosques antigos da capital, no Príncipe Real, Praça das Flores e Camões. Recuperados, abriram ao público em abril de 2009, com o desejo de trazer de volta sabores próprios e antigos, recriados para os dias de hoje. Nestes espaços estabelecem-se alianças de xaropes com empadas, pastéis de nata com ginjinha, a limonada com a sanduiche, sopas, bolos e outras bebidas. Todas as desculpas são válidas para por a conversa em dia. “Vai um capilé?”
Os quiosques estão abertos todos os dias. O Quiosque do Príncipe Real (Praça do Príncipe Real) e o Quiosque das Flores (Praça das Flores) das 7h30 às 00h00, o Quiosque do Camões (Praça Luís de Camões) das 7h30 à 1h00."

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Outras eras. Do charme de São Paulo

Fotografia de Henri Cartier-Bresson.
Lisboa 1955.





quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Lisboa, Capital Mundial do Quiosque

A Time Out decretou "Lisboa, Capital Mundial do Quiosque" e veio falar com Catarina Portas sobre a história do renovado espécime na Praça de São Paulo. Os quiosques são cada vez mais um símbolo da capital. Mas no início, era o refresco.

"Catarina Portas e João Regal, criadores do projecto Quiosques de Refresco, são, actualmente os proprietários de quatro bonitos metros quadrados numa das praças mais giras - ainda que a precisar de alguma reabilitação - da cidade: a Praça de São Paulo.

"Cada um de nós é dono de dois metros quadrados", conta a ex-jornalista. E isto porque, ao contrário da maioria dos quiosques da cidade, este não pertence à Câmara Municipal de Lisboa. "É mesmo nosso." Sim, é possível. Mas só porque foi reconstruído (ou reabilitado, vá) na estrutura antiga que ali existia há quase 100 anos. Não pense, porém, que foi uma negociação simples. Partiu de um longo namoro entre as partes envolvidas: a equipa dos Quiosques de Refresco e a senhora Maria Rosário Castanheira. "O quiosque estava na família do marido desta senhora há vários anos. E quando a empresa do marido dela faliu, nos anos 60, a senhora lembrou-se de vir tomar conta do quiosque", explica Catarina Portas. Até que um dia leu sobre os Quiosques de Refresco (a funcionar desde Abril de 2009), foi à loja A Vida Portuguesa e deixou uma carta com umas bonecas de papel dos anos 40, e um recado a dizer que era dona do quiosque de São Paulo.

"Na altura tivemos uma grande conversa, e o quiosque até estava alugado. Mas um ano e meio depois vi o quiosque fechado. Fomos falar com a senhora e quase foi ela a entrevistar-nos." Compra feita, seguiu-se um estudo sobre o quiosque e um plano para as obras, que acabaram no início de Julho, quando o quiosque abriu as janelas. "Era verde garrafa e pintámos de vermelho e cinzento, mudámos os metais que estavam destruídos e recuperámos a antiga barriga do quiosque", explica Catarina. Para abrir com a mesma oferta que têm os outros três quiosques e uma novidade que há muito se impunha nos seus congéneres: vende cerveja.

Lambreta a 1€, imperial a €1,50. Tem ainda os clássicos refrescos como a limonada, o mazagran e o leite perfumado; a família de xaropes com os novos sabores de tangerina, chá verde Gorreana e erva-príncipe; os bolos, queques, pastéis de nata, queijadas e afins; e as sanduíches, como a de queijo flamengo com marmelada ou de queijo de cabra com pasta de azeitonas. "Temos uma cozinha na Rua do Século e uma motoreta que entrega os produtos aqui." Resta saber se o império continuará a crescer. "A nossa aposta sempre foi provar que os quiosques eram possíveis nos dias de hoje. E já o fizemos."

Quiosque da Praça de São Paulo Praça de São Paulo. Dom-Qua 08.30-01.00; Qui-Sáb 08.30-02.00"

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

O verão no quiosque


"Há quem diga que agosto é o melhor mês para se estar na capital. A Visão Sete sugere lugares e atividades para aproveitar de melhor maneira esta Lisboa mais sossegada.
Sandra Pinto: Texto. José Carlos Carvalho: Fotos. (...)

Se é adepto do capilé, desça até ao Largo de São Paulo, no Cais do Sodré, e instale-se na esplanada do Quiosque de refresco (o quarto da família), em tons de verde e cinzento. Apesar das "portadas" abrirem pelas 8 e 30 e nele poder tomar o seu primeiro café ou limonada matinal, a localização próxima de bares e discotecas, faz dele um "poiso" para iniciar a noite (de domingo a quarta das 8 e 30 à 1 hora e de quinta a sábado até às 2 horas). De todos os Quiosques de Refresco, este é o primeiro onde é possível beber uma cerveja - as outras sugestões na ementa são aquelas a que os outros já nos habituaram: limonada (€1,85), xaropes, o famoso capilé e chás.

Com mais ou menos ação, agosto é o mês para sair à rua e se permitir um ritmo menos acelerado. Em breve, a cidade estará de volta à azáfama habitual."