Segunda-feira: Abóbora com Laranja. Terça-feira: Couve Flor com Hortelã. Quarta-feira: Ervilhas com Coentros. Quinta-feira: Feijão Branco com Repolho. Sexta-feira: Courgete com Queijo.
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Sopas semanais
quarta-feira, 8 de maio de 2013
As marionetas que invadem Lisboa
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Ginginha com elas
Este domingo celebramos o Dia das Mães com a deliciosa Ginginha. Com elas, pois claro!
Conta a lenda que foi um monge da Igreja de Santo António, Francisco Espinheira, que experimentou deixar ginjas a macerar em aguardente, acrescentando açúcar, água e canela. E foi no muito castiço balcão da Ginginha do Largo de São Domingos, ainda hoje no mesmo canto do Rossio, fundada em 1840 por um galego empreendedor, que se começou a servir aquela que se viria a tornar a mais típica bebida lisboeta.
Hoje, o negócio desta bebida, prima do kirsh e do marrasquino, vai na quinta geração, seleccionando as melhores ginjas (prunus ceresus) e garantindo os 4 meses de repouso para uma produção de 150.000 litros anuais, muitos deles exportados. Bebida doce e saborosa, serve-se tradicionalmente “com elas” ou “sem elas”, segundo o freguês goste ou não de trincar a fruta curtida no fundo do copo. Uma delícia que confirma os versos escritos há mais de um século no balcão da Espinheira:
“É mais fácil com uma mão dez estrelas agarrar, fazer o sol esfriar, reduzir o mundo a grude, mas ginja com tal virtude é difícil de encontrar.”
O Capilé leva-o ao Panorama
Já provou o LARANJAZZ?
Rir também refresca


