segunda-feira, 9 de julho de 2012

O apetite sai à rua

Os gulosos portugueses podem deliciar-se, a partir de hoje, com um novo título de gastronomia acabadinho de lançar no mercado. Chama-se "comer, a revista que apetece" e o menú vai das receitas da praxe aos bastidores do métier, passando por vouchers de desconto, como o que dá direito a menos 10% no preço dos nossos xaropes de Groselha e Capilé nas lojas A Vida Portuguesa (de Lisboa e do Porto). Este primeiro número inclui ainda sugestões para a marmita a essenciais para um piquenique de sucesso - ideal para quem, como nós, gosta de desfrutar da comida ao ar livre.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Descubra as diferenças

O Jardim do Príncipe Real em 1877. Este fim-de-semana venha descobrir as diferenças enquanto se refresca no quiosque. Desfrute!

quinta-feira, 5 de julho de 2012

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Verde, que se quer verde

Uma história de sucesso no respeito pelo ambiente e não só. De que nos podemos orgulhar de ter sido os primeiros clientes em Portugal. A Vegware agora em versão cantada...

terça-feira, 12 de junho de 2012

Festas frescas

Santo António quer-se na rua

mais ou menos rocambolesco.

Venha passá-lo connosco

no Quiosque de Refresco.

Hoje o quiosque do Camões está aberto até às 02h00, enquanto que o da Praça das Flores e do Príncipe Real fecham à 01h00. Amanhã estamos abertos como habitualmente. Boas festas para todos!

sexta-feira, 8 de junho de 2012

A catalyst for business and social integration

"The Smart Guide to Utopia showcases 111 projects, initiatives and ideas from all over Europe that make our cities better places. (...) this book celebrates the energy and imagination of people who want to make their cities a little more fun, clean, friendly, green and above all, restore a sense of community.

Quiosques. A catalyst for business and social integration.

Quiosques. Lisbon. In the 19th century "Quiosques" arrived in Lisbon. Filling the city centre with floral-ornamented octagonal steel structures, they imbued it with a distinctly bourgeois flair. A rough count puts their numbers around 40, most of them only recently saved from a long process of decay. Due to the city's desire for a facelift, the authorities are currently re-licensing many of the kiosks in the city centre, as a gift to residents as well as acting as a cataclyst for business and social integration. Now, the "Quiosque de Refresco" in Príncipe Real Garden and Camões and Flores Squares sell beverages from the past, like Mazagran (a coffee and lemon) and Vinho Quente (red wine with spices, similar to mulled wine). Meanwhile, the five kiosks on Liberdade Avenue and those in Estrela Garden have opted for a trendy cultural slant, hosting concerts, readings and live acts all year round while offering a wide variety of snacks and light meals."

The Smart Guide to Utopia. 111 inspiring ideas for a better city.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

O adeus à Panificação

O Chiado acordou triste com a notícia repentina de que a Panificação do Chiado vai fechar amanhã. E falamos tão somente de um dos estabelecimentos mais antigos e carismáticos destas ruas, fundado em 1917, na senda da democratização das padarias por Teófilo Braga em 1911 (pondo fim ao monopólio do fabrico e da comercialização do pão pela Companhia de Panificação Lisbonense).

Uma democratização que (de acordo com "Lisboa, As Lojas de um Tempo ao Outro", de Jorge Ribeiro e Júlio Conrado) haveria de levar à "melhoria da qualidade do abastecimento público daquele género de primeira necessidade. Em muitos estabelecimentos subsistem vestígios do que então constituiu um esforço para tornar mais agradável o aspecto das padarias."

E na Panificação do Chiado, que fazia parte de uma tradição de cafés e pastelarias para sempre ligadas ao carácter e à cultura lisboeta, esta preocupação perdurava num cuidado para se enfeitar de acordo com as comemorações do calendário.

Ao longo de 95 anos (tão próxima estava a centena...) a servir atenciosamente não só os clientes do bairro que ali tomavam café a qualquer hora ou compravam o pão de cada dia (do melhor que se amassava em Lisboa, rico em frescor e variedade) mas também a fornecer outros espaços gourmet e a servir deliciosamente a cidade.

Infelizmente, este não é o único a encerrar no espaço de poucos meses (ainda não estávamos refeitos do choque do encerramento da Ourivesaria Aliança e da Livraria Portugal) e preocupa-nos seriamente que estes estabelecimentos tão únicos e especiais fechem para dar lugar a um qualquer igual a tantos outros por esse mundo fora.

Não sabemos dizer o que nos vai fazer mais falta de entre as variedades de pão, bolos e afins, todos tão meticulosamente bem feitos, que a Panificação nos dava todos os dias. Sabemos, porém, que a Calçada do Sacramento nunca mais voltará a ser a mesma.