quarta-feira, 27 de julho de 2011

Pérola com Refresco


Os xaropes Quiosque de Refresco, pelo seu processo artesanal de produção e pelo uso exclusivo de ingredientes naturais, são um produto premium destinado a um mercado seleccionado. Podem ser adquiridos, claro está nos três Quiosques de Refresco (Camões / Príncipe Real / Flores), nas lojas A Vida Portuguesa (Lisboa e Porto), Delidelux (Lisboa). Mas também por todo o país, em lojas gourmet ou outras. Como a encantadora Pérola do Chaimite, na Avenida Duque de Ávila 38, em Lisboa. Em destaque no último número da revista Magnética.

terça-feira, 19 de julho de 2011

"Charming pastry shop"


O Wall Street Journal deliciou-se a descobrir os atractivos de Lisboa, incluindo as gulosices da "Confeitaria Nacional (18B Praça da Figueira, confeitarianacional.com), a charming, two-story pastry shop that first opened in 1829, sells flaky, not-too-sweet pastel de nata custards. Jars of doce de abóbora (pumpkin jam, which tastes far better than it sounds) are stacked into tidy pyramids in the original glass display cases."

Um caso de longevidade no comércio da capital, à espera de ser redescoberto, ainda para mais agora com os refrescos deste vosso quiosque. Não deixe de visitar o balcão da Confeitaria na Rua dos Correeiros e matar a sede com a Groselha, o Capilé, a Limonada, o Mazagran, o Chá Gelado, a Orchata ou o Leite Perfumado.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

"Refrescos na Confeitaria Nacional"


"Razões para ir à Confeitaria Nacional nunca são demais. Já havia a desculpa dos bolos, da sala de chá no primeiro andar e da localização em plena Baixa. Agora, ainda pode matar a sede com uma das bebidas dos Quiosques de Refresco, que tem um balcão especial dnetro da confeitaria.
A ideia partiu da própria casa, que sugeriu aos responsáveis pelos quiosques - Catarina Portas e João Regal - a venda de alguns bolos nos três espaços. Durante a discussão do projecto, a confeitaria lembrou-se de criar o tal balcão virado para o exterior, onde pode provar groselha, limonada, leite perfumado, capilé, mazagran, chá gelado e orchata.
Em troca, o famoso bolo de arroz da Confeitaria Nacional está à venda também nos três quiosques do largo de Camões, Praça das Flores e Jardim do príncipe real. É possível que a oferta se alargue em breve. O Balcão, esse, estará aberto até ao final do Verão. Com perspectivas de se repetir a dose nos próximos verões.

Confeitaria Nacional
Praça da Fiqueira, 18B (Baixa).
21 342 4470. Seg-Dom 08.00-20.00"

Mariana Correia de Barros, Time Out 13 de Julho 2011.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

A Baixa é fresca!



A Rua dos Correeiros está mais fresca com o novo balcão da Rua dos Correeiros, resultado da união de esforços entre a Confeitaria Nacional e o Quiosque de Refresco. Groselha, capilé, limonada chic, mazagran, chá gelado, orchata e leite perfumado, agora também à disposição do freguês da Baixa de Lisboa.

E o freguês dos Quiosques de Refresco também já pode desfrutar dos deliciosamente dourados bolos de arroz da Confeitaria, dos mais distintos que a cidade já viu, na praça Luís de Camões, Príncipe Real e Flores. Que as coisas boas da vida querem-se partilhadas. E vai de bolo de arroz; e vai de refresco!

terça-feira, 28 de junho de 2011

"A propos de Lisboa"

O Quiosque do Camões como figurante num vídeo (de Vladimir Miladinovic) que celebra o charme e o multiculturalismo de Lisboa.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Refresco na Confeitaria




O capilé (como os outros deliciosos refrescos tradicionais lisboetas) está de volta... também à Confeitaria Nacional. Desde 1829 a adoçar a Baixa Pombalina. Agora também com um balcão Quiosque de Refresco. É confirmar com os próprios olhos. E as próprias papilas gustativas.

Imagens extraídas do livro "Lisboa Gráfica" de Manuel Paula (Gradiva).

quarta-feira, 15 de junho de 2011

O Quiosque de Refresco passa o Verão na Confeitaria Nacional


Foi em Paris que Baltazar Castanheiro Júnior (que, para além de artista, também era confeiteiro) provou pela primeira vez uma fatia de Gâteau des Rois e começou a cozinhar a ideia inovadora de trazer o Bolo Rei para Portugal. Mais concretamente, para o estabelecimento que o senhor seu pai, Baltazar Rodrigues Castanheiro, tinha fundado em Lisboa em 1829 e a que chamou Confeitaria Nacional. Que não servia só guloseimas açucaradas de dimensão reduzida mas haveria de se especializar em criações prodigiosas à base de açúcar e amêndoa, como as famosas lampreias. Por isso, quando os proprietários decidiram abrir o "salão de estar" (a que convencionámos entretanto chamar "de chá") no primeiro andar - um feito progressista para a época, que exigiu obras de monta - foi alvo de enorme atenção, não só da imprensa em particular mas dos lisboetas em geral (os menos gulosos incluídos).

Fornecedora da casa real (adoçou a boca a cinco monarcas, de D. Maria II a D. Manuel II) e pioneira da exportação de doces para o Brasil, a Confeitaria também era um dos poisos preferidos de Eça de Queiroz. O Eça que, como sabemos, tinha uma queda especial para as bebidas frescas típicas, pelo que também deveria frequentar o espaço para desfrutar de "todos os refrescos, vinhos especiais e pastelaria, sorvetes de variadas espécies, carapinhadas, soda nevada e a deliciosa bebida gelada a que os espanhóis chamam "chufas"" (segundo a descrição de Luís Pastor de Macedo no livro "Lisboa de Lés a Lés").

O tempo parece não ter passado pelo estabelecimento que tão bem tem sabido manter o seu charme original e, ontem como hoje, faz todo o sentido que a Confeitaria Nacional tenha decidido unir esforços com o Quiosque de Refresco para trazer os refrescos de volta à Baixa Pombalina. Agora expressamente dotada de um balcão exterior, a Confeitaria tem ao dispor da clientela sedenta os refrescos que o quiosque adaptou para os nossos dias: Groselha, Capilé, Limonada Chic, Mazagran, Chá Gelado, Orchata e Leite Perfumado.

Parceria entre Catarina Portas (A Vida Portuguesa) e João Regal (DeliDelux), o Quiosque de Refresco passou da ideia à prática quando a Câmara de Lisboa decidiu concessionar três dos mais belos quiosques antigos da capital, no Príncipe Real, Praça das Flores e Camões. Escrupulosamente recuperados, abriram ao público em Abril de 2009, com o desejo de trazer de volta sabores próprios e antigos, fresquíssimos e recriados para os dias de hoje. Através dos refrescos que lhes dão nome mas também na forma de sanduíches, bolos, sopas e bebidas várias, da ginginha ao vinho quente. Recuperando numa minúscula mas acolhedora estrutura urbana toda uma tradição lisboeta, de espaço, de tempo e de sabor. Como dizia o Eça: "e vai de refresco!".