quinta-feira, 30 de junho de 2011

A Baixa é fresca!



A Rua dos Correeiros está mais fresca com o novo balcão da Rua dos Correeiros, resultado da união de esforços entre a Confeitaria Nacional e o Quiosque de Refresco. Groselha, capilé, limonada chic, mazagran, chá gelado, orchata e leite perfumado, agora também à disposição do freguês da Baixa de Lisboa.

E o freguês dos Quiosques de Refresco também já pode desfrutar dos deliciosamente dourados bolos de arroz da Confeitaria, dos mais distintos que a cidade já viu, na praça Luís de Camões, Príncipe Real e Flores. Que as coisas boas da vida querem-se partilhadas. E vai de bolo de arroz; e vai de refresco!

terça-feira, 28 de junho de 2011

"A propos de Lisboa"

O Quiosque do Camões como figurante num vídeo (de Vladimir Miladinovic) que celebra o charme e o multiculturalismo de Lisboa.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Refresco na Confeitaria




O capilé (como os outros deliciosos refrescos tradicionais lisboetas) está de volta... também à Confeitaria Nacional. Desde 1829 a adoçar a Baixa Pombalina. Agora também com um balcão Quiosque de Refresco. É confirmar com os próprios olhos. E as próprias papilas gustativas.

Imagens extraídas do livro "Lisboa Gráfica" de Manuel Paula (Gradiva).

quarta-feira, 15 de junho de 2011

O Quiosque de Refresco passa o Verão na Confeitaria Nacional


Foi em Paris que Baltazar Castanheiro Júnior (que, para além de artista, também era confeiteiro) provou pela primeira vez uma fatia de Gâteau des Rois e começou a cozinhar a ideia inovadora de trazer o Bolo Rei para Portugal. Mais concretamente, para o estabelecimento que o senhor seu pai, Baltazar Rodrigues Castanheiro, tinha fundado em Lisboa em 1829 e a que chamou Confeitaria Nacional. Que não servia só guloseimas açucaradas de dimensão reduzida mas haveria de se especializar em criações prodigiosas à base de açúcar e amêndoa, como as famosas lampreias. Por isso, quando os proprietários decidiram abrir o "salão de estar" (a que convencionámos entretanto chamar "de chá") no primeiro andar - um feito progressista para a época, que exigiu obras de monta - foi alvo de enorme atenção, não só da imprensa em particular mas dos lisboetas em geral (os menos gulosos incluídos).

Fornecedora da casa real (adoçou a boca a cinco monarcas, de D. Maria II a D. Manuel II) e pioneira da exportação de doces para o Brasil, a Confeitaria também era um dos poisos preferidos de Eça de Queiroz. O Eça que, como sabemos, tinha uma queda especial para as bebidas frescas típicas, pelo que também deveria frequentar o espaço para desfrutar de "todos os refrescos, vinhos especiais e pastelaria, sorvetes de variadas espécies, carapinhadas, soda nevada e a deliciosa bebida gelada a que os espanhóis chamam "chufas"" (segundo a descrição de Luís Pastor de Macedo no livro "Lisboa de Lés a Lés").

O tempo parece não ter passado pelo estabelecimento que tão bem tem sabido manter o seu charme original e, ontem como hoje, faz todo o sentido que a Confeitaria Nacional tenha decidido unir esforços com o Quiosque de Refresco para trazer os refrescos de volta à Baixa Pombalina. Agora expressamente dotada de um balcão exterior, a Confeitaria tem ao dispor da clientela sedenta os refrescos que o quiosque adaptou para os nossos dias: Groselha, Capilé, Limonada Chic, Mazagran, Chá Gelado, Orchata e Leite Perfumado.

Parceria entre Catarina Portas (A Vida Portuguesa) e João Regal (DeliDelux), o Quiosque de Refresco passou da ideia à prática quando a Câmara de Lisboa decidiu concessionar três dos mais belos quiosques antigos da capital, no Príncipe Real, Praça das Flores e Camões. Escrupulosamente recuperados, abriram ao público em Abril de 2009, com o desejo de trazer de volta sabores próprios e antigos, fresquíssimos e recriados para os dias de hoje. Através dos refrescos que lhes dão nome mas também na forma de sanduíches, bolos, sopas e bebidas várias, da ginginha ao vinho quente. Recuperando numa minúscula mas acolhedora estrutura urbana toda uma tradição lisboeta, de espaço, de tempo e de sabor. Como dizia o Eça: "e vai de refresco!".


terça-feira, 14 de junho de 2011

Do espinafre à abóbora

Quatro sopas para uma semana de quatro dias: hoje há Grão com Espinafres, amanhã Creme de Cogumelos, quinta chegam as Ervilhas e sexta é a vez da Abóbora. Sempre com a dourada Broa de Milho, para desfrutar numa das nossas esplanadas.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Pelo amor da sardinha


E eis que regressam as sardinhas, os manjericos, o colorido das festas como só Lisboa sabe fazer. Nos nossos quiosques, brilha a Sanduíche de Pasta de Sardinha com Pimentos Assados (em versão metade ou inteira), deliciosa com um vinho branco fresco. Uma experiência tradicional com cheirinho gourmet, disponível todo o ano. Porque o nosso amor pela sardinha chega (e sobra) para os 365 dias que o ano tem.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Horário de Verão


Os dias estão mais compridos, festivos como nós gostamos e os quiosques esticam o horário para aproveitar as noites quentes e sensuais - ainda mais deliciosas acompanhadas do refresco de eleição. Aqui fica o horário de Verão. Desfrutem.

Quiosque do Camões: aberto entre as 8h30 e as 2h00.
Príncipe Real e Praça das Flores: entre as 8h30 e a 1h00.


Todos os dias. Pois claro.
Na foto: o quiosque da Praça das Flores pela lente de Paulo Ribeiro.