segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

"Urban splash: street art in Lisbon"

"For cutting-edge street art, head to the Portuguese capital, Lisbon. From derelict buildings to art galleries, new graffiti is appearing every day. Lisbon is an elegant city of pastel buildings with terracotta roofs, jumbled together on steep cobbled streets. So it was a shock to see a 40-foot burglar bursting out one of them." (...)

"Street art has long been a part of Lisbon's culture. Until the 18th century, there was a tradition of all-white buildings. After the earthquake of 1755, richer areas began to incorporate colour and tiles into walls and pavements. Early graffiti was perhaps the poor man's equivalent. Following the democratic revolution in 1974, this self-expression increased. Now, tags and scribbles cover the streets."

Rachel Dixon escreveu e fotografou a arte urbana de Lisboa para o The Guardian.

Sopa, dia a dia

Copos cremosos da sopa dos quiosques, para beber e dar sustento. Hoje há Cenoura, amanhã Cogumelos e depois Curgete. Quinta é dia de Grão com Espinafre e sexta de Feijão Verde. Sempre com uma dourada fatia de Broa de Milho. Bom apetite, boa semana!

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Desenhadores imperfeitos



Considerem-se convidados, aliciados e convocados para a inauguração da exposição “Diários Gráficos em Almada. Não somos desenhadores perfeitos”. Com 30 autores de áreas diferentes, 434 cadernos originais, mais de 600 imagens, impressas e projectadas, além de textos e filmes sobre a actividade deste tipo de desenho. Sábado, 29 de Janeiro, às 17 horas no Museu da Cidade. O catálogo da exposição está aqui. Os desenhos, esses, são perfeitos.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Uma visão de xarope


"Com um tempo destes, o capilé e a groselha sabem melhor se bebidos em nossa casa. Estes dois sabores tão portugueses são, agora, vendidos em garrafa (linda, na verdade, e concebida por Ricardo Mealha), numa parceria entre a marca Quiosque de Refresco (de Catarina Portas e João regal) e os Sabores de Santa Clara (de Daniel Roldão, o homem que tornou famosos os rebuçados de ovos de Portalegre). (...)
A nós, consumidores, foi entregue o melhor: o sabor destes xaropes, elaborados a partir de ingredientes naturais." Visão Sete, 27 de Janeiro 2011

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Xaropes na TV


Ontem ficou provado na televisão nacional que os refrescos não são só para o Verão e que, agora, toda a gente os pode preparar em qualquer lado: em casa como num estúdio de televisão. A estreia dos Xaropes de Groselha e Capilé no pequeno ecrã, no programa "Você na TV", foi um sucesso de lamber os beiços.

Em directo, o Daniel Roldão (da Sabores de Santa Clara) mostrou como são simples de preparar e fez com que tanto o Manuel Luís Goucha como a audiência se deliciassem. E o nosso João Regal falou das receitas e dos quiosques que relançaram a moda dos refrescos.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

A semana em forma de sopa

Sopa quentinha no quiosque, à hora do almoço, lanche, sempre que a fome aperta e o frio enregela. Hoje temos Creme de Abóbora, amanhã de Bróculos, quarta de Alho-Francês. Quinta de Ervilhas e sexta de Feijão Branco com Presunto. Não há melhor para aquecer.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Um trabalho de laboratório 100% natural

"Quando Catarina Portas e João Regal (DeliDelux) inauguraram a marca Quiosque de Refresco, em Abril de 2009, comprometeram-se a recuperar hábitos antigos. Nada mais fiel então do que servir duas clássicas bebidas da infância dos portugueses: groselha e capilé (a primeira bem mais popular, verdade seja dita).
Mas procurar essas garrafas tradicionais foi o mesmo que descobrir um conjunto de compostos artificiais e frases do tipo "bebida não aconselhável a crianças". E por isso, nessa mesma altura, desafiaram Daniel Roldão (responsável pela recuperação dos rebuçados de ovo de Portalegre) a criar cada uma das bebidas em formato 100% natural. Então o que há de novo na história? É que agora elas podem ser compradas em garrafa, com um design apelativo e com um rótulo que ainda tem mais leitura do que um pacote de cereais.
Mas as coisas boas estão só a começar. Se o leitor bem se lembra, é suposto diluir uma pequena porção do concentrado em água. "Uma garrafa dá para 25 copos. Há aqui uma poupança ecológica", diz Catarina Portas. Entre os primeiros copos servidos nos Quiosques e os xaropes originais, fizeram-se várias provas. "O sabor já não é exactamente o mesmo. Foi sendo melhorado, sempre com base nas receitas e livros de culinária antigos", explica a dona das lojas A Vida Portuguesa, onde também se vendem as bebidas.
Daniel Roldão, responsável pela produção dos xaropes confessa que "não foi fácil chegar à receita final. Já é mais um trabalho de laboratório do que de cozinha. Na groselha, por exemplo, era essencial manter a qualidade dos bagos."
E na hora de produção das duas bebidas é a groselha que leva o prémio de mais demorada, logo é a mais cara (14,90€). "Os bagos são apanhados à mão e a bebida é feita sem corantes. É difícil chegar à cor final que tem", diz Catarina Portas. No Capilé, feito de frondos de avenca e água natural de flor de laranjeira, 0 processo é mais simples. É por isso que a garrafa sai mais em conta (10,90€). Já em laboratório estão a ser preparados dois novos xaropes: o de sabugueiro e o de limão. Que devem chegar por altura da Primavera.
Garrafas à venda nos Quiosques do Refresco do Camões, Praça das Flores e Príncipe Real, na loja A Vida Portuguesa e na DeliDelux."
Mariana Correia de Barros, Time Out 19 a 25 Janeiro 2011.