segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Um jardim para amigar
No sábado estivémos no Jardim Botânico e levámos leite perfumado, mazagran, rebuçados de ovo e queijadas de Sintra. Que foram servidos, juntamente com as contribuições de outros vizinhos, entre uma visita guiada e um debate na bela mancha verde da Rua da Escola Politécnica 58. E vamos ficar de olho no blogue da Liga dos Amigos do Jardim Botânico. Que se encontra a preparar o futuro de um jardim que era assim há 100 anos:
Doce amargura
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Seja feliz no Martim Moniz
Este fim-de-semana há um programa recheado de fotografia, cinema, teatro, dança, música, vozes do bairro, gastronomia com vida, livro e circo. Tudo em nome do encontro de culturas. Porque é possível viajar pelo mundo sem sair de Lisboa. É o Festival Todos 2010.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Honra de Porto
Notícias frescas
Os quiosques, que voltaram a ser uma das "imagens de marca de Lisboa", no Primeiro Jornal da SIC, mais precisamente ao minuto 16:20. Onde se descobre que há quem venha à procura de uma bebida com sabor a arroz doce ou de uma esplanada para espairecer. Sejam bem vindos...




quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Às cinco e a qualquer hora

CHÁ GELADO. O chá tem tradição num país que conta na sua história com uma rainha responsável pela popularização desta bebida além fronteiras – pois foi D. Catarina de Bragança que introduziu o costume do chá em Inglaterra. A sua versão gelada, à base de chá de Jasmim, acrescentada de rodelas de limão e açúcar é um extraordinário dessedentador, leve e naturalmente revigorante.
ICED TEA. Portugal has a long tea tradition. Catherine of Braganza made this drink popular in the western world when she became Queen of England and introduced the habit of drinking tea there. Its iced version, made from Jasmine tea, flavoured with cane sugar and lemon slices, is an excellent refreshment, light and naturally invigorating.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Expresso no quiosque
"Carrega um apelido de peso. Mas Catarina tem, como todos os Portas, deixado lastro. Aos 41 anos, é uma empresária de sucesso. A sua cabeça fervilha de ideias. Nasceu numa família privilegiada, mas nunca lhe facilitaram a vida. Quando queria algo, tinha de trabalhar. Saiu de casa aos 16 anos. Aos 18 investiu todo o dinheiro que tinha numa máquina de costura, para fazer chapéus, e trocou os estudos para escrever no "Independente", um semanário criado e dirigido pelo seu irmão Paulo Portas. A partir daí, nunca mais parou. Esteve na rádio e na televisão e escreveu livros. Depois criou a sua empresa, e hoje os seus negócios são reconhecidos e apreciados em todo o mundo. (...)Ampliou o negócio com a abertura dos Quiosques de Refresco. Tem três: no Largo Camões, na Praça das Flores e no Príncipe Real, em lisboa. Faturaram mais de 700 mil euros em pouco mais de um ano. É uma nova frente?
Foram um grande sucesso. Se lá vendesse cerveja, garanto-lhe que ganharia muito mais dinheiro. É um negócio que tem muitos custos. São 25 colaboradores, e há uma pessoa que faz só refrescos. Não procuramos soluções fáceis, mas concretizar boas ideias. Isso foi uma coisa que aprendi com uma pessoa que foi muito importante na minha vida, o manuel Reis, que teve o Frágil, o Lux e é sócio do restaurante Bica do Sapato.
Diz que não tem carros, nem barcos, e que o dinheiro não é o objetivo... O que faz ao dinheiro?
(risos) Não ganho muito, é preciso que as pessoas saibam isso. A minha vida mudou drasticamente desde que passei a andar com uma máquina calculadora na carteira. Uma das coisas que descobri é que o Estado leva a maior parte. Seria preferível que os governos criassem menos programas de apoio mas que cobrassem menos impostos para se poder reinvestir. Não tiro praticamente dinheiro nenhum da empresa. Tenho um salário e vivo dele. para mim, é importante que a empresa tenha capital para crescer. (...)"
Excerto de uma entrevista de Cândida Santos Silva, com fotografia de Ana Baião. Revista "Única", semanário "Expresso", 21 de Agosto 2010.
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