terça-feira, 20 de abril de 2010

Quiosques para Desenhar


O Quiosque de Refresco está a preparar um concurso muito original para comemorar o primeiro aniversário. Chamámos-lhe "Desenha-me um Quiosque" e contamos com a parceria dos Urban Sketchers Portugal. O desafio é simples: apareçam dia 1 de Maio, às 16h00, no quiosque do Camões. Tragam lápis ou caneta, caderno, sede e... inspiração quanto baste. Mais informações em breve.

Créditos: fotografias de Bruno Simão e Nuno Pereira, respectivamente.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Aliadas coloridas


O tempo até pode estar contra nós, mas podemos sempre contar com a sopa, essa aliada colorida contra os dias cinzentos. Por isso, hoje é dia de Creme de Courgette. Terça há Cenoura, quarta há Grão com Espinafres. Na quinta chegam os Cogumelos e na sexta os Bróculos (na imagem, por Ricardo Santeodoro). Aliadas deliciosas, todas elas, que aquecem e reconfortam.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

A alma do refresco


Em altura de aniversário, o Quiosque ergue o seu copo de refresco para brindar. E agradecer a todos quantos se envolvem nesta aventura deliciosa connosco todos os dias.

A toda a equipa, que não podia ser mais dedicada e encantadora. Que dá o litro (e não só em forma de bebida...) e com quem é um verdadeiro gosto trabalhar.

E a todos os clientes, cúmplices e amigos que nos confiam a sua fome, a sua sede e as suas histórias. Obrigado por virem, tornarem e darem alma a este espaço que é de todos. Voltem sempre...

Créditos: a fotografia é de Bruno Simão.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Um ano a matar a sede



Há um ano a Praça do Camões enchia-se de curiosos, amigos e jornalistas. Para presenciar a inauguração dos quiosques e bebericar os nossos refrescos. Para matar a sede de tradição e redescobrir os velhos sabores lisboetas.

Esteve lá a Rosa Pomar do blogue A Ervilha Cor de Rosa, a desejar sucesso (segunda foto). E a Paula Lobo, do DN, a noticiar o evento (primeira foto). "Há limonada chic a 1,60 euros, capilé a 1,20 euros e mazagrã a 1,50. A lista de bebes também inclui "leite perfumado" com canela e limão, orchata (leite com pasta de amêndoa), cafés, águas, ginjinha, Moscatel, Porto e Licor Beirão. No menu dos comes há empadas de galinha, sanduíches de bacalhau com grão, minipastéis de nata ou queijadas de Sintra. Tudo produtos portugueses, tudo sabores tradicionais - eis a oferta dos três Quiosques de Refresco inaugurados ontem em Lisboa."

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Broa comó milho


Aromáticas e gostosas. São assim as sopas da semana, aqui na perspectiva da câmara do Ricardo Santeodoro. Hoje há creme de Feijão Verde. Terça de Alho Francês. Quarta de Feijão Branco com Presunto. Quinta de Ervilhas e sexta de Abóbora. Como sempre, acompanhadas da bela da broa de milho.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Quiosques Revisitados



De uma para outra peça de museu, descobrimos estas imagens do Arquivo Fotográfico no blogue Lisbon Revisited. A lembrar os dias em que a Praça do Camões tinha muito refresco para oferecer - alturas houve em que coabitaram ali cinco quiosques. Com soluções mais ou menos engenhosas de sabor e de sombra...

De importação francesa, o primeiro “kiosko” lisboeta estabeleceu-se no Rossio em 1869. Chamava-se “Elegante” mas logo a arraia-miúda que o começou a frequentar o alcunhou “A Bóia”: uma metáfora certeira para este ponto de paragem sempre aberto e disponível, socorrendo com uma bebida fresca os passantes. Em 1900, espalhavam-se já por toda a cidade vendendo os refrescos tradicionais que os celebrizaram: limonada, orchata, groselha ou capilé.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Em primeira mão



A peça noticiosa da Lusa, via RTP, sobre o Quiosque de Refresco, do dia 3 de Abril de 2009. Já quase uma peça de museu...
"Os novos estabelecimentos resultam de um minucioso trabalho de remodelação de três estruturas degradadas, onde foram investidos 60 mil euros. O que deu mais trabalho foi o do Largo de Camões, que estava nas Amoreiras e estava muito estragado. A base era em tijolo e não tinha graça nenhuma, optámos por refazer essa parte. No Príncipe Real, substituímos as janelas de alumínio por outras de madeira, conta a jornalista.