sexta-feira, 19 de março de 2010

Ginjinha com ele



No dia que lhe é dedicado, presenteie o seu pai com uma daquelas memórias que vão durar muitos anos. Surpreenda-o, aproveite para pôr a conversa em dia e leve-o a tomar uma ginjinha no quiosque mais próximo.

A nossa é a afamada e deliciosa Espinheira. "Há mais de um século que Francisco Espinheira e Ca. Lda produz este excepcional licor de ginja, baseando-se numa experiência adquirida de várias gerações e uma esmerada selecção dos frutos utilizados". A que junta água, açúcar e álcool. E que se pode gabar de ser "premiada com as mais altas recompensas nas exposições em que tem participado".

A ginja é uma parente da cereja, numa versão mais ácida que se adequa a utilizações culinárias diversas. Consta que foram os frades beneditinos que criaram a receita da ginja de Óbidos. E que a portuguesa, de uma forma geral, é considerada a melhor ginja silvestre da Europa. Fermentada em álcool, liberta todo o seu sabor frutado e uma cor rubi magnífica. O licor, ideal à temperatura ambiente, pode ser servido sem ou "com elas". As ginjas, claro.

terça-feira, 16 de março de 2010

Vai de groselha!



Os Franceses estimam o Cassis ou a Grenadine mas nós, Portugueses, sempre preferimos a Groselha, um refresco clássico das tardes de calor, de sabor doce e frutado. A receita exclusiva do nosso Xarope baseia-se nas bagas naturais deste fruto vermelho e é servido com Água do Luso, para diluição ao gosto exacto do freguês.

Buscámos na arte antiga e sábia dos refrescos portugueses, o sabor das bebidas frescas de Lisboa e recriámo-las para os dias de hoje, numa oferta original e deliciosa. Todos são confeccionados com ingredientes naturais, sem aditamentos químicos. E como escreveu Eça de Queiroz, “ Vai de refresco!”.

segunda-feira, 15 de março de 2010

O aroma que vem da cozinha...



As sopas do quiosque têm sido um tal sucesso que nos últimos dias até esgotaram. A ementa para a semana é a seguinte... Segunda: Ervilhas. Terça: Abóbora. Quarta: Grão com Espinafres. Quinta: Feijão Branco com Presunto. Sexta: Alho Francês. Adivinha-se igualmente promissora.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Adoçar a boca



Nascido nos conventos da região há vários séculos, o Rebuçado de Ovo de Portalegre é um doce na verdadeira acepção da palavra, à base de ovo e açúcar. Óptimo para quem tem que se privar do gluten da farinha. A Fábrica do Rebuçado está com os quiosques desde a génese do projecto, desenvolvendo também para nós um Xarope de Groselha cem por cento natural, que é a alma daquele refresco doce e frutado.


Quem já conhece o Refresco de Groselha também se vai render ao Rebuçado de Ovo. Que conjuga a tradicionalidade da receita com as mais modernas exigências em termos de controlo da produção. O resultado é um doce que continua fiel às suas origens artesanais mas que garante simultaneamente que a qualidade, a aparência e o sabor do rebuçado se mantêm ao longo do tempo. Acondicionados numa lata elegante, embrulhados individualmente em papel de seda, derretem-se na boca e combinam muito bem com o café. Para adoçar a boca, à moda de Portalegre.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Kioscos tradicionales

"En la plaza Luis de Camoes entramos uno de tantos kioscos tradicionales que hay por toda la ciudad, ahora han sido reconvertidos en bares con terraza donde se sirven licores portugueses."
"El Chiado, un viaje al pasado por la Lisboa más vintage." Texto: Federico Ruiz de Andrés; Fotos: Ana Bustabad Alonso. EXPRESO, la actualidad en viajes y turismo.

terça-feira, 9 de março de 2010

Sopa para beber



Obrigado pelos elogios que nos chegaram ontem à sopa de Cenoura, a que nos põe um brilho nos olhos. Hoje recomendamos um belíssimo Creme de Courgette. Quarta é dia de Bróculos, quinta é a vez dos Cogumelos. E encerramos a semana com a cor da esperança: sexta é dia de Feijão Verde. Desde já agradecemos o vosso feedback, palpites e pareceres... Tudo em nome da sopa!

segunda-feira, 8 de março de 2010

Histórias de Lisboa


Alguma vez se interrogaram sobre as pessoas que frequentavam os quiosques de outros tempos? A exposição "Lisboa tem Histórias" reúne gente de diversas eras, com quem dá vontade de trocar ideias enquanto se bebe uma limonada. Do tempo dos romanos ao não tão distante de Victor Palla, um dos fotógrafos mais apaixonados que Lisboa já viu.

Figuras míticas, personalidades excêntricas, mas também figuras anónimas que, à sua maneira, deram um contributo a esta cidade. Que deram corpo à História com as suas histórias, agora dadas a conhecer através da exposição, do Museu da Cidade no Campo Grande, e das caricaturas de João Fazenda. Gente colorida, personagens únicas, seleccionadas pelas suas "características peculiares, singularidades ou tipo de profissão". A entrada é livre, até 31 de Março.